Por Matthew Pinson Recentemente li numa postagem no blog do Roger Olson sobre como uma pessoa não precisa concordar com Armínio para ser um arminiano. A postagem pode ser lida aqui . [1] Olson pontuou muitas coisas boas no artigo, ele certamente está correto em sua principal afirmação que alguém pode discordar de pontos delicados de Armínio e ainda assim ser um Arminiano. Apesar do seu desejo de cavar um lugar para teístas abertos no campo arminiano, o que obviamente seria muito problemático para Armínio, a sua postagem é boa e instigante. Concordo especialmente com a sua opinião de que o molinismo é inconsistente com o arminianismo. Entretanto, a principal coisa que me chamou atenção no ensaio de Olson foi o seu comentário sobre as visões a respeito de Armínio ser um tipo de “evangélico sinergista” (um termo emprestado de Donald Bloesch). Ele diz, mais de uma vez, que anabatistas como Baltasar Hubmaier e Menno Simons foram percursores de Armínio em seu “sinergismo evangél...
Feito para ecoar a voz do arminianismo...