quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Estudo questiona 'sobrevivência do mais forte' de Darwin


Charles Darwin talvez estivesse errado quando disse que a competição era a principal força impulsionando a evolução das espécies. O autor de A Origem das Espécies, obra publicada em 1859 que lançou as bases da Teoria da Evolução, imaginou um mundo no qual os organismos lutavam por supremacia e em que apenas o mais forte sobrevivia.

Mas uma nova pesquisa identifica a disponibilidade de espaço para desenvolvimento de vida, em vez de competição, como o principal fator da evolução. A pesquisa, conduzida pelo estudante de pós-doutorado Sarda Sahney e outros colegas da Universidade de Bristol, foi publicada na revista científica Biology Letters.

Eles usaram fósseis para estudar padrões de evolução ao longo de 400 milhões de anos. Focando apenas em animais terrestres - anfíbios, répteis, mamíferos e pássaros - os cientistas descobriram que a quantidade de biodiversidade tem relação com o espaço disponível para a vida se desenvolver ao longo do tempo.

Ambiente

O conceito de espaço para a vida - conhecido na literatura científica como "conceito de nicho ecológico" - se refere às necessidades particulares de cada organismo para sobreviver. Entre os fatores estão a disponibilidade de alimentos e um habitat favorável à procriação.

A pesquisa sugere que grandes mudanças de evolução de espécies acontecem quando animais se mudam para áreas vazias, não ocupadas por outros bichos. Por exemplo, quando os pássaros desenvolveram a habilidade de voar, eles abriram uma nova fronteira de possibilidades aos demais animais.

Igualmente, os mamíferos tiveram a chance de se desenvolver depois que os dinossauros foram extintos, dando "espaço para a vida" aos demais animais. A ideia vai de encontro ao conceito darwinista de que uma intensa competição por recursos em ambientes altamente populosos é a grande força por trás da evolução.

Para o professor Mike Benton, co-autor do estudo, a "competição não desempenha um grande papel nos padrões gerais de evolução". "Por exemplo, apesar de os mamíferos viverem junto com os dinossauros há 60 milhões de anos, eles não conseguiam vencer os répteis na competição. Mas quando os dinossauros foram extintos, os mamíferos rapidamente preencheram os nichos vazios deixados por eles e hoje os mamíferos dominam a terra", disse ele à BBC.

No entanto, para o professor Stephen Stearns, biólogo evolucionista da universidade americana de Yale, que não participou do estudo, "há padrões interessantes, mas uma interpretação problemática" no trabalho da Universidade de Bristol.

"Para dar um exemplo, se os répteis não eram competitivamente superiores aos mamíferos durante a Era Mesozoica, então por que os mamíferos só se expandiram após a extinção dos grandes répteis no fim da Era Mesozoica?"

"E, em geral, qual é o motivo de se ocupar novas porções de espaço ecológico, se não o de evitar a competição com outras espécies no espaço ocupado?"


Fonte: Terra Notícias


COMENTÁRIO DE PERSONARET

Não tenho fé para ser evolucionista! Por isso sou cristão!


quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Uma Contradição Ignorada entre a Estela de Merneptah e os Dados Arqueológicos

Uma Contradição Ignorada entre a Estela de Merneptah e os Dados Arqueológicos

De acordo com a pesquisa arqueológica, a origem do povo israelita está associada com o surgimento de centenas de aldeias agrícolas, que começaram a surgir na região montanhosa central em 1.100 a.C. A Estela de Merneptah, contudo, documenta a existência de Israel em 1209 a.C. A presença desse grupo populacional antes deles deixarem qualquer remanescente arqueológico é um fato significante e ignorado nos estudos atuais.







Por Todd Bolen
Bibleplaces.com
Agosto de 2010

Este breve ensaio destina-se a destacar uma contradição entre dois fatos bem estabelecidos relacionados à origem do povo israelita na terra de Canaã. Essas conclusões tem mantido o consenso acadêmico por décadas, porém o conflito óbvio entre eles é ignorado ou os fatos são “ajustados” de modo a fazer a discrepância menos óbvia. A disparidade entre as fontes textuais e arqueológicas tem implicações significantes para a visão de consenso sobre a origem de Israel.

Levantamentos arqueológicos e escavações durante os últimos cinquenta anos revelaram uma explosão populacional na região montanhosa de Canaã, começando no século 12 a.C. Em seu levantamento arqueológico, Mazar declara que “o processo começou no início do século 12 a.C, na região montanhosa central e também se estendeu a Transjordânia e ao norte do Negev.”[1] Stager comenta sobre o “aumento extraordinário da população no Ferro I” e avalia que “deve ter sido a maior afluência de pessoas à região montanhosa dos séculos 12 e 11 a.C.”[2] Rainey e Notley escreveram que “a língua e a religião dos primeiros israelitas, evidentemente, se originaram na Transjordânia e foram levadas à Cisjordânia por pastores nômades no século 12 a.C.”[3] O processo de assentamento foi descrito por Callaway e Miller: “Durante os dois primeiros séculos da Idade do Ferro (c.a 1.200 a.C.), mais ou menos duzentos à trezentos pequenos assentamentos foram implantados na região montanhosa da Palestina.”[4] Finkelstein cuidadosamente considerou a datação desse novo movimento, afirmando que “os dados usados para atribuir o início do assentamento israelita no século 13 são, portanto, poucos e inconclusivos.”[5] Assim pode-se concluir que “Não há quase nenhum apoio arqueológico para datar o início do assentamento israelita antes do século 12 a.C.”[6] Os estudiosos estão em consenso que no início do século 12 a.C., centenas de pequenos assentamentos agrícolas foram fundados, podendo ser associados com o povo conhecido como israelitas.

A Estela de Merneptah, descoberta antes do trabalho arqueológico na região montanhosa central ter começado, cita o nome do povo de Israel como um dos inimigos do Egito durante o reinado de Merneptah (1213 – 1203). Embora quiséssemos que mais informações sobre Israel fossem registradas nela, alguns pontos importantes estão claros.[7] Primeiro, Israel é listado entre os inimigos derrotados pelo Egito. Segundo, Israel não é registrado como uma cidade, mas como um povo. Assim, em cerca de 1.209 a.C, um grupo real de pessoas foi conhecido no Egito como “Israel”. Deveriam ter sido consideráveis em tamanho e respeito, caso contrário, não teria justificativa a menção por Merneptah.[8] Sua afirmação sobre Israel que “a sua semente não é” é um exagero óbvio, porém como há uma, torna-se mais impactante se ele está descrevendo um grande inimigo.

Resumindo, as evidências arqueológicas indicam que o povo de Israel surgiu na região montanhosa central num processo complexo que não se iniciou antes de 1.200 a.C. A Estela de Merneptah testemunha um grupo populacional significativo que estava bem estabelecido em torno de 1.209 a.C. A questão óbvia é: onde estão os israelitas que lutaram com Merneptah no registro arqueológico?

Alguns, como Dever, estão conscientes desta disparidade, porém eles não resolvem a questão. Em vez disso, a abordagem preferida é agir como se não houvesse discrepância - sem suporte em evidências - que Israel deve ter começado a se estabelecer no final do século 13 a.C. Deste modo, até mesmo Dever pode escrever num artigo publicado recentemente em The Bible and Interpretation, “o que alguns acadêmicos bíblicos parecem fazer é a tal da arqueologia tapa-buracos.” Temos um registro arqueológico completo e contínuo do final do século 13 até o século 6, com nenhuma geração faltando.[9] Dever até contrasta num lugar o século 13 “cananita” com o século 11 “israelita”.[10] É legitimo Dever falar do “século 13-12 a.C, vilas [israelitas] recentemente trazidas à luz pela arqueologia”?[11] Ele não dá evidências das vilas do século 13, só afirma que, enquanto Finkelstein data o início do assentamento no final dos séculos 12 e 11, “eu creio que começou no século 13 a.C.”[12] A fé de Dever está aparentemente baseada sobre a Estela de Merneptah, apesar da falta de evidências da arqueologia.

Mesmo se permitirmos Dever e outros a, arbitrariamente mover a data inicial das vilas agrícolas do início do Ferro I até o final do Bronze Posterior II, o problema não está resolvido. Centenas de vilas agrícolas não podem aparecer do dia para a noite, mas são o resultado de um lento e complexo processo que teve lugar em diferentes épocas e ritmos por toda a terra de Canaã.[13] A semelhança cultural entre as cidades cananitas e as (assumidas) vilas agrícolas israelitas é indiscutível e, provavelmente, “resultado da convivência entre eles, dos padrões de casamento e do apoio mútuo ao longo do tempo.”[14] Halpern escreve que foi durante esse período de contato próximo que Israel assumiu gradualmente a sua identidade. “Ao longo dos séculos 13 e 12, uma consciência e solidariedade étnica floresceram em Israel.”[15]

Fato é que a Estela de Merneptah é uma verdade inconveniente, vindo antes do processo que os estudiosos assumem ter levado a uma consciência e solidariedade israelita. Um povo conhecido como Israel foi estabelecido, reconhecido, e organizado suficientemente para ser hostilizado pelo Egito antes dos arqueólogos afirmarem a sua existência.[16] Embora haja meros dez anos entre a Estela de Merneptah e o início do século 12, o ponto importante é que Israel é um grupo populacional estabelecido na Estela de Merneptah, enquanto o movimento de assentamento da região montanhosa só começou no início do século 12.

Mazar admite esse ponto em sua declaração que “os arqueólogos não tem conseguido descobrir os vestígios desse estágio inicial” do assentamento israelita.[17] Como os atuais estudos arqueológicos são desconhecedores da presença documentada de Israel, mesmo em 1.209 a.C, eles não são uma fonte confiável para nos informar sobre a existência de Israel antes dessa época.


Fonte: The Bible and Interpretation

Notas

[1] Amihai Mazar, Archaeology of the Land of the Bible, 10,000–586 B.C.E. (New York: Doubleday, 1990), 337.

[2] Lawrence E. Stager, “Forging an Identity: The Emergence of Ancient Israel,”em The Oxford History of the Biblical World, ed. Michael D. Coogan (New York: Oxford University Press, 1998), 134.

[3] Anson F. Rainey and R. Steven Notley, The Sacred Bridge: Carta’s Atlas of the Biblical World (Jerusalem: Carta, 2006), 112.

[4] Joseph A. Callaway and J. Maxwell Miller, “The Settlement in Canaan: The Period of the Judges,” in Ancient Israel: From Abraham to the Roman Destruction of the Temple, ed. Hershel Shanks (Washington, DC: Biblical Archaeology Society, 1999), 73.

[5] Israel Finkelstein, The Archaeology of the Israelite Settlement (Jerusalem: Israel Exploration Society, 1988), 321.

[6] Ibid., 353. Ele diz “quase” por causa de dois escaravelhos do Monte Ebal que “constituem a única, diretamente, peça definida de evidência arqueológica da existência de um sítio de Assentamento Israelita no final do século 13 a.C.” (321).

[7] Michael G. Hasel, “Israel in the Merenptah Stela,” Bulletin of the American Schools of Oriental Research 296 (1994): 45–61; Michael G. Hasel, “The Structure of the Final Hymnic-Poetic Unit on the Merenptah Stela,” Zeitschrift für die alttestamentliche Wissenschaft 116 (2004): 75–81.

[8] William G. Dever fala desse ponto em “Merenptah’s ‘Israel,’ the Bible’s, and Ours,” em Exploring the Longue Durée: Essays in Honor of Lawrence E. Stager, ed. J. David Schloen (Winona Lake, IN: Eisenbrauns, 2009), 92; cf. Callaway and Miller, “Divided Monarchy,” 79.

[9] Dever, “Merenptah’s ‘Israel,’ the Bible’s, and Ours,” 93.

[10] William G. Dever, Who Were the Early Israelites and Where Did They Come From? (Grand Rapids: Eerdmans, 2003), 98.

[11] Ibid., 206.

[12] Ibid., 154.

[13] Callaway and Miller, “Divided Monarchy,” 73, 76; Ze'ev Herzog, “The Beer-Sheba Valley: From Nomadism to Monarchy,” em From Nomadism to Monarchy: Archaeological and Historical Aspects of Early Israel, ed. Israel Finkelstein and Nadav Na'aman (Jerusalem and Washington DC: Yad Izhak Ben-Zvi, Israel Exploration Society and Biblical Archaeology Society, 1994), 149; Amihai Mazar, “Jerusalem and Its Vicinity in Iron Age I,” em From Nomadism to Monarchy: Archaeological and Historical Aspects of Early Israel, ed. Israel Finkelstein and Nadav Na'aman (Jerusalem and Washington DC: Yad Izhak Ben-Zvi, Israel Exploration Society and Biblical Archaeology Society, 1994), 91.

[14] Callaway and Miller, “Divided Monarchy,” 82; cf. Dever, Early Israelites, 125.

[15] Baruch Halpern, The Emergence of Israel in Canaan, Society of Biblical Literature Monograph Series, vol. 29 (Chico, CA: Scholars, 1983), 91.

[16] Acho irônico quando Dever (Early Israelites, 204) pergunta: “Será que a progressiva minimização de Finkelstein dos dados de Merneptah não tem nada a ver com o fato de ser inconveniente à sua teoria de colonos anônimos da região montanhosa?" Porém, os dados não são mais convenientes para Dever, embora ele não possa reconhecê-lo.

[17] Amihai Mazar, “The Iron Age I,” em The Archaeology of Ancient Israel, ed. Amnon Ben-Tor, trans. R. Greenberg (New Haven, CT: Yale University Press, 1992), 296.



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sábado, 7 de agosto de 2010

Versículos que todos os arminianos deveriam saber


Versículos que todos os arminianos deveriam saber

Por Bossmanham

Esta lista foi compilada a cerca de um ano atrás por muitos membros da Sociedade de Arminianos Evangélicos. Pedi para colocá-la no formato blog, e tendo finalmente sentado iniciou-se o feito.

Espero que esta lista seja um recurso útil para qualquer arminiano que necessite de bons textos bíblicos para demonstrar a sua visão. Deve ser advertido que o teste prova é muito fácil de ser feito por qualquer pessoa, apesar de que em alguns desses versículos o contexto deva ser considerado. Frequentemente, o contexto é ignorado e interpretações errôneas são formadas. Portanto, use esses versículos, mas corrobore com o contexto. Nos esforçamos para considerar cuidadosamente o contexto e, em nossos corações, esses versículos e explicações representam fielmente a intenção do autor, demonstrando que o arminianismo possui forte apoio bíblico.

Também, se caso você tenha algum versículo que deveria ser adicionado, comente no post e nos avise.

Versículos que demonstram a Eleição Condicional:*

Mateus 11: 28-30 - A salvação é um convite para aqueles que virão .

“Vinde a mim todos os que andais em trabalho e vos achais carregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Pois o meu jugo é suave, e o meu fardo leve.”

João 3:16

“Pois assim amou Deus ao mundo, que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.”

João 4:42

“e diziam à mulher: Não é mais pelas tuas palavras que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo.”

João 6:40

“Pois esta é a vontade de meu Pai, que todo o que vê o Filho do homem e nele crê, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.”

João 6:51 – Deve-se comer o pão da vida para receber o benefício .

“Eu sou o pão vivo que desci do céu; se alguém comer deste pão, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo, é a minha carne.”

Atos 13:39

“e de tudo aquilo de que não pudestes ser justificados pela Lei de Moisés, por este é justificado todo o que crê.”

Romanos 1:16-17

“Pois não me envergonho do Evangelho; porque ele é poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, e depois do grego. Pois no Evangelho é revelada de fé em fé a justiça de Deus, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.”

Romanos 9:30

“Que diremos, pois? Que os gentios que não buscavam a justiça, alcançaram a justiça, mas a justiça que vem da fé;”

Romanos 5:1-2 - É através da fé que somos feitos uma parte de Cristo.

“Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo, por quem igualmente temos obtido nossa entrada pela fé a esta graça na qual estamos firmes; e gloriemo-nos na esperança da glória de Deus.”

Efésios 1:13

“no qual também vós, tendo ouvido a palavra da verdade, o Evangelho da vossa salvação, e nele havendo também crido, fostes selados com o Espírito da promessa, a saber, o Espírito Santo,”

1 Timóteo 4:10 - Jesus morreu por todos, mas existe um subconjunto específico que recebe os benefícios , ou seja, aqueles que creem.

“pois para isso é que trabalhamos e lutamos, porque temos posto a nossa esperança no Deus vivo, que é o Salvador de todos os homens, especialmente dos que crêem.”

1 Pedro 1:1-2 - A eleição é segundo o pré-conhecimento de Deus daqueles que crerão.

“Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos estrangeiros da Dispersão no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia, eleitos segundo a presciência de Deus Pai, na santificação do Espírito, para a obediência e para a aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas.”

Versículos que demonstram que a expiação é disponível a todos:

Isaías 53:6 – Toda a nossa iniquidade foi colocada em Cristo.

“Todos nós temos andado desgarrados como ovelhas; temo-nos desviado cada um para o seu caminho; e Jeová fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.”

Mateus 11:28-30 - Qualquer pessoa que venha a Cristo é bem vindo.

“Vinde a mim todos os que andais em trabalho e vos achais carregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Pois o meu jugo é suave, e o meu fardo leve.”

Mateus 18:14 - O Pai não quer que ninguém pereça (anti predestinação reprobatória).

“Assim não é da vontade de vosso Pai que está nos céus, que pereça um destes pequeninos.”

João 01:07 - Jesus deseja a todos, quer que todos creiam.

“este veio como testemunha para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele.”

João 1:29

“No dia seguinte viu João a Jesus que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!”

João 3:16-17

“Pois assim amou Deus ao mundo, que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para julgar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele.”

João 6:33 , 51

“porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo.”

“Eu sou o pão vivo que desci do céu; se alguém comer deste pão, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo, é a minha carne.”


João 12:47

“Se alguém ouvir as minhas palavras, e não as guardar, eu não o julgo; porque não vim a julgar o mundo, mas a salvar o mundo.”

Romanos 3:23-24 - Todos pecaram e todos têm acesso a justificação em Cristo Jesus.

“porque todos pecaram e necessitam da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela sua graça mediante a redenção que há em Cristo Jesus;”

Romanos 5:06 - Cristo morreu pelos ímpios. Uma vez que todos são ímpios, Cristo morreu por todos.

“Quando nós ainda éramos fracos, Cristo morreu a seu tempo pelos ímpios.”

Romanos 5:15 - Desde que o pecado se espalhou para todos, a expiação de Cristo é para todos .

“Mas não é assim o dom como a ofensa; porque se pela ofensa de um só morreram todos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, abundou para com todos.”

Romanos 10:13 - Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo .

“porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor, será salvo.”

2 Coríntios 5:14-15 - Todos morreram, pois Cristo morreu por todos .

“Pois o amor de Cristo nos constrange, porque julgamos assim: um morreu por todos, portanto todos morreram. Ele morreu por todos, para que os que vivem, não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e foi ressuscitado.”

1 Timóteo 2:3-6 - Deus deseja que todos os homens sejam salvos, e deu a si mesmo por todos

“Isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que deseja que todos os homens sejam salvos, e que cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Pois só há um Deus e só há um mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus homem, que se deu a si mesmo em resgate por todos—testemunho que se deve dar em seus tempos;”

1 Timóteo 4:10

“pois para isso é que trabalhamos e lutamos, porque temos posto a nossa esperança no Deus vivo, que é o Salvador de todos os homens, especialmente dos que creem.”

Tito 2:11 – Necessariamente é graça de Deus que conduz ao arrependimento a todos.

“Pois a graça de Deus se manifestou, trazendo a salvação a todos os homens,”

Hebreus 2:9 - Jesus provou a morte por todos.

“porém àquele Jesus, que foi feito um pouco menor que os anjos, nós o vemos, por causa do sofrimento da morte, coroado de glória e de honra, para que, pela graça de Deus, provasse a morte a favor de todo o homem.”

Hebreus 10:10 – Cristo se ofereceu uma vez por todos.

“Na qual vontade temos sido santificados pela oferta do corpo de Jesus Cristo feita uma vez para sempre.”

2 Pedro 3:9

“Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns entendem; mas ele é longânimo para convosco, não querendo que alguns pereçam, mas que todos venham ao arrependimento.”

1 João 4:14

“Nós temos visto e testificamos que o Pai enviou a seu Filho como Salvador do mundo.”

1 João 2:2 - Jesus é a propiciação, e não apenas para os crentes, mas para todo o mundo.

“ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.”

João 4:42

“e diziam à mulher: Não é mais pelas tuas palavras que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo.”

Apocalipse 22:17

“O Espírito e a noiva dizem: Vem. Quem ouve, diga: Vem. O que tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça a água da vida.”

Versículos que demonstram que a graça é resistível:

Jeremias 7:24

“Porém não escutaram, nem inclinaram os seus ouvidos, mas andaram para trás em vez de irem para diante.”

Lucas 7:30

“mas os fariseus e os doutores da lei frustraram o desígnio de Deus quanto a si mesmos, não sendo batizados por ele.”

Atos 7:51 - Flagrante de resistência do Espírito Santo. É adequada para inferir que, se não resistissem, eles teriam sido levados ao arrependimento.

“Homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e de ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim como fizeram vossos pais, também vós o fazeis.”

Romanos 10:16 - Nem todos os que ouvirem vão crer.

“Mas nem todos deram ouvidos ao Evangelho. Pois Isaías disse: Senhor, quem creu a nossa mensagem?”

2 Coríntios 6:1 – Alguém pode receber a graça de Deus, porém não apropriar-se dela em sua vida.

“Como cooperadores com ele, também vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão”

Versículos que demonstram que devemos permanecer em Cristo para estarmos seguros:

Romanos 11:17-24

“Porém se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado entre eles, e te tornaste participante com eles da raiz e da seiva da oliveira, não te glories contra os ramos; porém se te gloriares, não és tu o que sustentas a raiz, mas a raiz a ti. Dirás, pois: Alguns ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado. Bem; pela sua incredulidade foram quebrados, mas tu pela tua fé estás firme. Não te ensoberbeças, mas teme; porque se Deus não poupou os ramos naturais, não te poupará a ti. Notai, pois, a bondade e a severidade de Deus: severidade para com aqueles que caíram, mas bondade de Deus para contigo, se permaneceres nessa bondade; doutra maneira também tu serás cortado. Eles também, se não permanecerem na sua incredulidade, serão enxertados; pois Deus é poderoso para os enxertar de novo. Se tu foste cortado do natural zambujeiro, e contra a natureza foste enxertado em boa oliveira, quanto mais não serão enxertados na sua própria oliveira aqueles que são ramos naturais?”

1 Coríntios 15:02

“e pelo qual sois salvos, se é que o conservais, como vo-lo preguei, salvo se crestes em vão.”

Efésios 5:3-7

“Mas fornicação, e toda a impureza, ou avareza, nem se nomeie entre vós, como convém a santos, nem baixeza, nem conversa tola, ou chocarrices, que são inconvenientes, antes pelo contrário ações de graças. Pois isto sabeis com certeza que nenhum fornicário, nem impuro, nem avarento, o qual é idólatra, tem herança no reino de Cristo e Deus. Ninguém vos engane com palavras vãs; pois por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Portanto não vos torneis participantes com eles.”

Colossenses 1:21-23

“Vós, sendo outrora alienados e inimigos no vosso entendimento pelas vossas más obras, contudo agora vos reconciliou no corpo da sua carne pela sua morte, para vos apresentar santos e sem defeito e inculpáveis perante ele, se é que permaneceis na fé, fundados e firmes e não vos deixando apartar da esperança do Evangelho que ouvistes, e que foi pregado a toda a criatura debaixo do céu, e do qual eu Paulo fui feito ministro.”

2 Pedro 1:10

“Por isso, irmãos, ponde cada vez maior cuidado em fazer firme a vossa vocação e eleição; porque fazendo isto, não tropeçareis jamais.”

2 Pedro 2:20-22

“Portanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo pelo pleno conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar nelas de novo e são vencidos, torna-se o seu último estado pior do que o primeiro. Pois melhor lhes fora não ter conhecido o caminho da justiça, do que depois de o conhecer, desviar-se do santo mandamento que lhes fora dado. Tem-lhes sucedido o que diz o verdadeiro provérbio: Voltou o cão ao seu vômito, e: A porca lavada tornou a revolver-se no lamaçal.”

Hebreus 6:4-6

“Pois é impossível que os que uma vez foram iluminados e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus, e os poderes do mundo vindouro, e depois caíram; impossível é renová-los outra vez para o arrependimento, visto que eles crucificam de novo para si o Filho de Deus e o expõem à ignomínia.”

Hebreus 10:26

“Pois se pecamos voluntariamente, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados,”

Tiago 01:12; 5:19-20

“Bem-aventurado o homem que suporta a tentação, porque, depois de ter sido provado, receberá a coroa da vida, que o Senhor prometeu aos que o amam.”

“Meus irmãos, se algum de vós se desviar da verdade e algum outro o converter, sabei que aquele que converte um pecador do erro do seu caminho, salvará uma alma da morte e cobrirá uma multidão de pecados.”


Versículos que demonstram que o homem tem arbítrio-liberto

Versículos que demonstram livre-arbítrio nas ofertas

Êxodo 35:29, 36:3

“Os filhos de Israel trouxeram uma oferta voluntária a Jeová; a saber, todo o homem e mulher, cujo coração os dispôs para trazerem uma oferta para toda a obra que Jeová tinha ordenado se fizesse por intermédio de Moisés.”

“Estes receberam de Moisés a oferta toda, que os filhos de Israel tinham trazido para a obra do serviço do santuário, a fim de fazê-la. Ainda todos os dias pela manhã trazia-lhe o povo ofertas voluntárias.”


Levítico 07:16, 22:18 ,21 , 23; 23:38

“Mas, se o sacrifício da sua oblação for um voto, ou uma oferta voluntária, comer-se-á no dia em que oferecer o seu sacrifício, e no dia seguinte se comerá o que dele ficar;”

“Fala a Arão e a seus filhos, e a todos os filhos de Israel, e dize-lhes: Todo o homem da casa de Israel, ou dos estrangeiros em Israel, que oferecer a sua oblação, quer seja algum de seus votos, quer seja alguma de suas ofertas voluntárias, que oferecerem a Jeová para holocausto;”

“Todo o que oferecer a Jeová um sacrifício de ofertas pacíficas para cumprir um voto, ou para oferta voluntária, quer do gado vacum, quer do gado miúdo, o animal deverá ser perfeito, para que seja aceito, não haverá nele defeito algum.”

“Um novilho, ou um cordeiro, que tenha membros supérfluos, ou que for falto de membros, a esse poderás oferecer para oferta voluntária; mas para cumprir um voto não será aceito.”

“além dos sábados de Jeová, e além dos vossos dons, e além dos vossos votos, e além de todas as vossas ofertas voluntárias, que derdes a Jeová.”


Números 15:03, 29:39

“e fizerdes uma oferta queimada a Jeová, holocausto, ou sacrifício em cumprimento dum voto, ou como oferta voluntária, ou nas vossas festas fixas, para fazerdes um suave cheiro a Jeová, do gado ou do rebanho;”

“Oferecereis estas coisas a Jeová nas vossas festas fixas além dos vossos votos, e das vossas ofertas voluntárias, para os vossos holocaustos, e para as vossas ofertas de cereais, e para as vossas ofertas de libação e para as vossas ofertas pacíficas.”


Deuteronômio 12:6, 17; 16:10

“A esse lugar trareis os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos, e as ofertas alçadas da vossa mão, e os vossos votos, e as vossas ofertas voluntárias, e os primogênitos do vosso gado e do vosso rebanho.”

“Dentro das tuas portas não poderás comer o dízimo do teu pão, do teu mosto, e do teu azeite, nem os primogênitos do teu gado ou do teu rebanho, nem qualquer das tuas ofertas votivas, nem as tuas ofertas voluntárias, nem as ofertas alçadas da tua mão;”

“Celebrarás a festa das semanas em honra de Jeová teu Deus segundo a medida da oferta voluntária da tua mão, que darás conforme Jeová te abençoar.”


2 Crônicas 31:14; 35:8

“O levita Coré, filho de Imná, e guarda da porta oriental, estava encarregado das ofertas voluntárias que se faziam a Deus, para distribuir as oblações de Jeová e as coisas santíssimas.”

“Os seus príncipes fizeram dádivas ao povo, aos sacerdotes e aos levitas, para as ofertas voluntárias. Hilquias, Zacarias e Jeiel, chefes da casa de Deus, deram aos sacerdotes para as ofertas pascoais duas mil e seiscentas reses de gado miúdo, e trezentos bois.”


Esdras 1:4, 6; 3:05, 7:16, 8:28

“Quem quer que restar, seja qual for o lugar em que é peregrino, ajudem-no os homens do seu lugar com prata, com ouro, com fazenda e com animais, afora a oferta voluntária para a casa de Jeová, que é em Jerusalém.”

“Todos os que eram os seus vizinhos, lhes fortaleceram as mãos com vasos de prata, com ouro, com fazenda, com animais e cousas preciosas, além de tudo o que se ofereceu voluntariamente.”

“e em seguida o holocausto perpétuo, e as ofertas das luas novas, de todas as festas fixas e consagradas de Jeová, e de todos os que faziam ofertas voluntárias a Jeová.”
“como também toda a prata e ouro que achares em toda a província de Babilônia, juntamente com as ofertas voluntárias do povo, e dos sacerdotes, que as oferecerem voluntariamente à casa do seu Deus, que está em Jerusalém.”

“Eu lhes disse: Vós sois santos a Jeová, e os vasos são santos; e a prata e o ouro são ofertas voluntárias a Jeová, Deus de vossos pais.”


Salmo 119:108

“Aceita, te rogo Jeová, as ofertas voluntárias da minha boca, E ensina-me os teus juízos.”

Ezequiel 46:12

“Quando o príncipe preparar uma oferta voluntária, holocausto ou ofertas pacíficas como uma oferta voluntária a Jeová, abrir-se-lhe-á a porta que olha para o oriente, e prepará o seu holocausto e as suas ofertas pacíficas, como se costuma fazer no sábado; depois sairá, e depois dele ter saído, fechar-se-á a porta.”

Amós 4:05

“do que é levedado, oferecei um sacrifício de ação de graças, e proclamai ofertas voluntárias, e publicai-as; pois isso é do vosso agrado, ó filhos de Israel, diz o Senhor Jeová.”

Isaías 1:19-20 – Pode-se optar por ser obediente ou rebelde.

“Se for da vossa vontade e obedecerdes, comereis os produtos do país; mas se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados pela espada. Pois a boca de Jeová o disse.”

Ezequiel 33:11 - Há a capacidade de escolher entre diferentes opções.

“Dize-lhes: Pela minha vida, diz o Senhor Jeová, não tenho prazer na morte do ímpio; mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que morrereis, ó casa de Israel?”

Lc 7:30 - Fariseus rejeitam o que Deus queria para eles.

“mas os fariseus e os doutores da lei frustraram o desígnio de Deus quanto a si mesmos, não sendo batizados por ele.”

João 7:17 - A pessoa deve fazer o que Deus está dando a graça para ser feito. Esse versículo mostra que Deus permite que aconteçam coisas contrárias a sua vontade.

“Se alguém quiser fazer a vontade de Deus, há de saber se o ensino é dele, ou se eu falo por mim mesmo.”

1 Coríntios 7:37 – Poder sobre a própria vontade - não necessariamente - que é a definição de arbítrio-liberto.

“Todavia aquele que está firme no seu coração, e não tem necessidade, mas tem domínio sobre a sua própria vontade e tem determinado em seu coração guardar donzela sua filha, bem fará.”

1 Coríntios 10:13

“Não vos tem sobrevindo tentação que não seja comum aos homens; mas Deus é fiel, o qual não permitirá que sejais tentados além das vossas forças, mas também com a tentação proverá o meio de saída para poderdes suportá-la.”

Versículos que demonstram a graça preveniente de Deus

Jeremias 31:3

“Da terra longínqua apareceu-me Jeová, dizendo: Com amor eterno te amei, portanto com benignidade te atraí.”

João 16:7-11

“Convém-vos que eu vá. Pois se eu não for, não virá a vós o Paráclito; mas se eu for, enviar-vo-lo-ei. Quando ele vier, convencerá o mundo de pecado, de justiça e de juízo; de pecado, porque não crêem em mim; de justiça, porque vou para o Pai, e não me vereis mais; de juízo, porque o príncipe deste mundo está julgado.”

Romanos 2:04 - É a graça de Deus que nos conduz ao arrependimento.

“Ou desprezas tu as riquezas da sua bondade e tolerância e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus te conduz ao arrependimento?”

Romanos 10:14-17 - É preciso ouvir a palavra de Deus para ter fé.

“Como, pois, invocarão aquele em quem não têm crido? e como crerão naquele de quem não têm ouvido falar? e como ouvirão sem pregador? e como pregarão, se não forem enviados? assim como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas! Mas nem todos deram ouvidos ao Evangelho. Pois Isaías disse: Senhor, quem creu a nossa mensagem? Logo a fé vem pelo ouvir, e o ouvir vem pela palavra de Cristo.”

Tito 2:11 - A graça de Deus leva ao arrependimento.

“Pois a graça de Deus se manifestou, trazendo a salvação a todos os homens,”

Versículos que demonstram que o pecado não provém de Deus

Jeremias 7:24

“Porém não escutaram, nem inclinaram os seus ouvidos, mas andaram para trás em vez de irem para diante.”

Tiago 1:13-15

“Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; pois Deus não é tentado pelo mal, e ele a ninguém tenta. Mas cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz; então a cobiça, havendo concebido, dá à luz o pecado, e o pecado, sendo consumado, gera a morte.”

1 João 2:16

“porque tudo o que há no mundo, a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a vaidade da vida, não vem do Pai, mas sim do mundo.”

*A tradução bíblica utilizada é a Tradução Brasileira (TB)


Fonte: Society of Evangelical Arminians



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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Arqueólogos acham bracelete de 1.550 a.C. em Israel


Bracelete pertenceria a pessoa de alto nível social

Foto: Art Daily

O governo de Israel divulgou nesta terça-feira uma imagem de um bracelete de bronze descoberto em um sítio arqueológico de Safed, no norte do país. Os cientistas acreditam que o objeto foi criado entre 1.550 a.C. e 1.200 a.C., durante a Idade do Bronze. As informações são da EFE.

Os arqueólogos dizem que o bracelete está em perfeito estado de conservação e tem adornos que fazem referência ao poder, à fertilidade e à lei, o que indica que pode ter pertencido a uma pessoa de alto nível na sociedade local da época.


Fonte: Terra Notícias

domingo, 1 de agosto de 2010

Respostas a frequentes questões calvinistas


Respostas a frequentes questões calvinistas

Por Kevin Jackson

Algumas respostas a frequentes questões calvinistas:

1. Porque algumas pessoas acreditam em Jesus e outras não?
2. O homem está morto. Então, como pode essa pessoa crer ou fazer alguma coisa?
3. Se o homem está morto em pecado, como ele pode crer sem a graça de Deus?
4. Se o homem pode fazer escolhas, estão a soberania de Deus é fraca?
5. Se o homem pode fazer escolhas, então como pode Deus ter conhecimento do futuro?
6. Agora [inserir a lista de versículos bíblicos] prove que o calvinismo é verdade!
7. A teologia arminiana não levaria à vanglória, já que o homem contribui para sua salvação?

1)Porque algumas pessoas acreditam em Jesus e outras não?

R: Esta questão assume um quadro determinista. Cada pessoa é um ser único, a quem Deus deu capacidade de fazer suas próprias escolhas ex nihilo. Uma pessoa crê e outra não, pois uma escolheu crer e a outra não.

2) O homem está morto. Então, como pode essa pessoa crer ou fazer alguma coisa?

R: Esta é uma definição “não-bíblica” de morte. Morte não significa “incapaz de responder”, pelo contrário, significa “separado de Deus”. Na parábola do filho pródigo (Lucas 15.11-32), o pai declara “... esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.” (ARA - Lucas 15.32). O filho foi capaz de tomar algumas decisões, incluindo a decisão de voltar para casa. Porém, ele estava separado da relação com o seu pai, e dependente do seu pai para a reconciliação. Estar morto é estar separado de Cristo. Estar vivo é estar relacionado com Cristo. Fazer escolhas não dão a capacidade de se reconciliar com Cristo, sem o seu consentimento.

3) Se o homem está morto em pecado, como ele pode crer sem a graça de Deus?

R: Esta é uma declaração que concorda plenamente com os arminianos! Os arminianos acreditam na graça preveniente, que Deus está no processo de guiar os não crentes a si mesmo. É o propósito de Deus que permite que o pecador creia. Divergimos dos calvinistas quando: a) Cremos que a Escritura ensina que Deus dá uma porção de graça genuína para todos (Tito 2.11[1]), e b) Cremos que a graça é resistível (João 5.34,39-40).

4) Se o homem pode fazer escolhas, estão a soberania de Deus é fraca?

R: A soberania não é sinônimo de determinismo ou controle meticuloso. Pelo contrário, ela significa que Deus faz o que lhe agrada (Salmos 115.3). Deus se agrada em dotar a humanidade com uma porção de genuína liberdade. A.W. Tozer disse assim:

“Deus soberanamente decretou que o homem deveria ser livre no exercício da moral, e o homem no princípio teve que cumprir o decreto, fazendo sua escolha entre o bem e o mal. Quando o homem escolheu o mal, ele não negou a vontade soberana de Deus, mas ele a cumpriu, na mediada em que o decreto eterno não decidia qual a escolha que o homem faria, mas que ele deveria ver livre em fazê-la. Se Deus em sua absoluta liberdade quis dar ao homem liberdade limitada, quem é que vai parar a sua mão ou dizer, “o que estás fazendo?” o arbítrio do homem é livre porque Deus é soberano. Um Deus menos soberano não conceberia liberdade moral em suas criaturas. Ele estaria com medo de fazê-lo”.[2]


5) Se o homem pode fazer escolhas, então como pode Deus ter conhecimento do futuro?

R: Os arminianos acreditam que Deus pode conhecer suas escolhas sem que as cause. Alguns arminianos acreditam que Deus existe fora do tempo e vê o futuro como presente (The Eternal Now theory). Outros acreditam que Deus existe no presente, porém pode ver no futuro. Neste caso, as ações do homem são a causa do pré-conhecimento de Deus, e não o contrário. Toas as ações do homem são determinadas, mas não necessárias.[3]

6) Agora [inserir a lista de versículos bíblicos] prove que o calvinismo é verdade!

R: Este é um debate tático. Embora isso possa resultar em uma vitória calvinista sobre um argumento, isso não é uma abordagem razoável ou contextual para a leitura e compreensão da Bíblia. Para uma descrição detalhada e engraçada dessa tática, confira em A Metralhadora Hermenêutica, por Martin Glynn.

7) A teologia arminiana não levaria à vanglória, já que o homem contribui para sua salvação?

R: A teologia arminiana é uma teologia inteiramente centrada na graça. Somos salvos pela obra de Jesus Cristo. Por graça mediante a fé. Para ser salvo é necessário crer em Jesus e aceitar o seu sacrifício em seu nome. Visto que Jesus morreu por todos, não temos motivo para nos vangloriarmos. Pelo contrário, estamos motivados a compartilhar o evangelho com todos, para que também possam crer.

Por outro lado, o calvinismo pode facilmente levar a uma atitude arrogante. O calvinismo ensina aos seus adeptos que há duas classes de pessoas: aqueles que irão se salvar e aqueles que não irão se salvar. John Wesley corretamente afirmou:

“Diretamente esta doutrina [calvinismo] tende a destruir vários ramos de santidade. Estes são a mansidão e o amor, ― amor, quero dizer, dos nossos inimigos, ― do mal e ingratidão. Não digo, que ninguém que a confesse tenha mansidão e amor (porque é o poder de Deus, assim é a sua misericórdia), mas que ela naturalmente tende a inspirar, ou a aumentar, uma aspereza ou avidez de temperamento, o que é muito contrário a mansidão de Cristo; como aparece em seguida, quando eles se opõem sobre este assunto. Ela naturalmente inspira desprezo ou frieza para com aqueles a quem supomos estar abandonados por
Deus.”
[4]


Fonte: Society of Evangelical Arminians

Notas:

[1] “Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens” - ARA
[2] A.W. Tozer, The Sovereignty of God
[3] Veja em Thomas Ralston, Elements of Divinity
[4] John Wesley, Free Grace, Section II

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