quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Tempestade desenterra estátua romana em Israel


A obra tem 1,2 m de altura e pesa 200 kg e tem entre 1,8 mil e 2 mil anos

Foto: BBC Brasil


Uma estátua romana que estava enterrada havia séculos foi revelada após uma tempestade que atingiu a cidade israelense de Ashkelon. A escultura feminina de mármore branco foi encontrada por um transeunte depois que uma tempestade na costa israelense derrubou parte de um rochedo.

A obra tem 1,2 m de altura e pesa 200 kg. Segundo a autoridade que cuida das antiguidades de Israel, a estátua tem entre 1,8 mil e 2 mil anos. A porta-voz da entidade, Yoli Schwartz, disse que, embora sem os braços e a cabeça, a estátua conta com "sandálias delicadamente esculpidas" e intactas.

O órgão de antiguidades já levou o achado para uma série de testes e estudos. Por outro lado, a tempestade danificou outros sítios arqueológicos, como o porto romano de Caesarea. As autoridades devem visitar a área para avaliar os danos.



Mais Fotos da Estátua: Haaretz.com

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Religião não define caráter, mas Deus define!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

VIDEO: Entrevista com Roger Olson

Roger E. Olson foi entrevistado em Springfield, MO, Estados Unidos, em dia 03 de Dezembro de 2010 pela igreja Assembléia de Deus:

sábado, 11 de dezembro de 2010

Alguns Comentários Bons e Concisos sobre Livre-Arbítrio, a Escravidão do Pecado, e Graça Previniente


Alguns Comentários Bons e Concisos sobre Livre-Arbítrio, a Escravidão do Pecado, e Graça Previniente

Em geral, os seguintes comentários de F. Leroy Forlines são uma excelente representação do ponto de vista arminiano:

Liberdade de escolha é uma liberdade dentro de um quadro de possibilidades. Ela não é uma liberdade absoluta. O homem não pode ser Deus ou um anjo. O arbítrio do ser humano está num quadro de possibilidades provido por sua natureza humana. Além disso, a influência exercida sobre a sua vontade tem impacto no quadro de possibilidades.


Antes de Adão e Eva pecarem, era dentro deste quadro de possibilidades que eles atuavam para permanecerem na prática da justiça completa, ou para cometerem pecado. Após pecarem, eles já não permaneceriam dentro do quadro de possibilidades para a prática ininterrupta da justiça. O mesmo acontece com o homem agora (Rm 8.7-8). Se alguém [toma] a liberdade de escolha para dizer que uma pessoa não convertida poderia praticar a justiça e não pecar, ela desconhece o significado de liberdade de escolha para seres humanos caídos. Romanos 8.7-8 deixa claro que a Escritura não ensina isso.


Jesus deixa claro que não se enquadra dentro do quadro de possibilidades de um pecador o responder ao evangelho sem ser atraído pelo Espírito Santo (Jo 6.44). A influência do Espírito Santo operando no coração da pessoa que escuta o evangelho traz um quadro de possibilidades no qual ela pode dizer sim ou não ao evangelho. Se ela disser sim, é sua escolha. Se ela disser não, é sua escolha. A menor questão que pode se levantar é sobre a existência de uma personalidade real após a queda. Se um ser humano não é, em certo sentido, um ser autossuficiente, ele ou ela não é uma pessoa. Às vezes, a autossuficiência pode ter um grau de dependência, mas ainda é autossuficiência. Como já ficou claro, não estou sugerindo que o homem caído pode escolher Cristo sem a ajuda do Espírito Santo. De fato, rejeito veementemente tal ideia. Entretanto, estou dizendo que não importa o quanto ou quão forte a ajuda do Espírito Santo pode ser, o dizer “sim” ainda é uma decisão que bem pode ser chamada de uma decisão pessoal. Afinal, alguém pode dizer não...


A fé pode ser chamada de dom no sentido de que ela não poderia ter sido possível sem a ajuda divina. Ela não é um dom no sentido de que ela existe fora da pessoa e lhe é dado, nem é um dom no sentido de que Deus crê para a pessoa. A própria pessoa crê através da ajuda divina.


Creio que o calvinismo erra em sua compreensão de ‘mortos em ofensas’. Cornelius Van Til expõe a interpretação calvinista:


Foi apenas como uma criatura de Deus, feita à sua imagem, que o homem poderia pecar. Assim, quanto um pecador, 'morto em suas ofensas', incapaz dele mesmo estender as suas mãos para receber a salvação, as Escrituras continuam lidando com ele como um ser responsável. Ele é chamado para a fé e arrependimento. Até a fé é dom de Deus. Lázaro estava morto na tumba até Jesus lhe dizer para sair. E ele saiu.


A interpretação acima entende 'morto' em 'morto em ofensas' (Ef 2.1) como sem vida. O corpo de Lázaro não tinha vida. Ele estava incapaz de agir até que Jesus lhe revivesse. Se 'morto em ofensas' significa morto nesse sentido, então, segue-se a lógica do calvinismo. O pecador seria surdo e mudo. Ele não poderia conhecer qualquer coisa sobre Deus, pecado e salvação até que Deus lhe revivesse através do novo nascimento. Então, e só então ele seria capaz de ouvir e falar.


Creio que 'morto em delitos e pecados' ou morte espiritual significa que o homem está separado de Deus, morto para Deus. Portanto, sem comunhão e intimidade com Deus. O princípio é semelhante ao que Paulo expôs quando disse, "Mas... o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo." (Gl 6.14). Tanto Paulo quanto o mundo estavam vivos no sentido de que eles não estavam sem vida. Porém, não estavam vivos na medida em que uma relação funcional entre eles era concernente.


A morte espiritual, se esta for a interpretação correta, refere-se ao fato que o pecador está cortado da comunhão e intimidade com Deus. Ambas as coisas são verdade, pois um Deus santo requer que seja assim até que o pecado seja tratado e também porque a inclinação do coração do pecador é contra Deus. O fato do pecador não ter comunhão com Deus não significa que ele está totalmente surdo à comunhão com Deus. Se este for o caso, o pecador jamais poderia distorcer a mensagem de Deus. Você não poderia distorcer aquilo para o qual está totalmente surdo. O que torna uma pessoa pecadora não é a má audição. O pecador tende a resistir e opor-se a Verdade além de distorcê-La. O evangelho tem que progredir contra uma grande oposição. O Espírito Santo deve operar antes a fim de possibilitar uma comunicação bem sucedida do evangelho ao pecador, antes mesmo da sua convicção e resposta. Esta abordagem reconhece a gravidade do pecado, a necessidade de iluminação e poder do Espírito Santo, e a personalidade do pecador.


Creio que a fé salvadora é dom de Deus no sentido que o Espírito Santo dá a capacitação divina sem a qual a fé em Cristo seria impossível (Jo 6.44). A diferença entre o conceito de fé calvinista e o meu conceito de fé não é que o seu é monergista e o meu é sinergista. Em ambos os casos é sinergista. A participação ativa na fé pelo crente significa que deve ser sinergista. A resposta humana não pode ser excluída da fé. Justificação e regeneração são monergista. Estes são atos de Deus, não do homem. Fé é um ato humano por capacitação divina e, portanto, não pode ser monergista.



F. Leroy Forlines, The Quest For Truth: Answering Life’s Inescapable Questions, 158-160 pp.


Fonte: Society of Evangelical Arminians

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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Escavações em Israel revelam palácio construído no século 8 a.C.


Complexo provavelmente foi usado pelos impérios que dominaram a região na Antiguidade

EFE - EFE

Um palácio que estava rodeado de jardins, cujos segredos ainda não foram desvendados, foi construído há séculos em uma colina nos arredores de Jerusalém e servia de posto para vigiar a cidade santa.

Há cinco anos, arqueólogos e historiadores de Israel e Alemanha tentam descobrir os mistérios que rodeiam as ruínas do palácio, que foi construído no final do século 8 a.C. na região conhecida hoje como Ramat Rahel, entre as cidades de Jerusalém e Belém.

O complexo era visível desde as duas principais vias que levavam à cidade de Jerusalém e, provavelmente, floresceu na época dos assírios, até ser esquecido e abandonado.

No local, é possível observar os restos de trincheiras construídas durante a guerra de 1948 entre judeus e árabes.

"Trata-se de um palácio do período dos reis de Judá. É único. Não há nenhum deste tamanho e beleza em todo Israel. Nem mesmo em Jerusalém encontramos restos de palácios daquela época", disse o arqueólogo responsável pelas escavações, Yuval Gadot.

A área abriga os restos de "um grande complexo que incluía um palácio de arquitetura grandiosa, com um jardim interior, um pátio e um jardim que o rodeava todo", afirmou o arqueólogo.

A escavação, codirigida pelos professores Oded Lipschits, da Universidade de Tel-Aviv, e Manfred Oeming, da Universidade de Heidelberg (Alemanha), "lança luz sobre uma época histórica que está muito distante e nos dá mais informação sobre aquele tempo", ressaltou Gadot.

A descoberta mais surpreendente são os jardins, já que nunca se havia encontrado em Israel vestígios de parques dessa época, ao contrário da região da Mesopotâmia, no atual Iraque, e da Europa, onde muitas áreas verdes foram descobertas.

"Os jardins rodeavam o palácio com o objetivo de chamar a atenção de qualquer ponto em Jerusalém. Foram usadas sofisticadas e poderosas instalações de água, túneis esculpidos em pedra e recobertos interiormente e por fora. Tudo para criar uma paisagem artificial, um paraíso nas montanhas desertas de Jerusalém", disse Gadot.

Segundo Gadot, os jardins contradiziam a realidade da época: "É como se alguém dissesse 'não tenho água, portanto vou usá-la exageradamente para ressaltar meu poder. Não há vegetação, portanto vou colocar plantas por todas as partes, um jardim que todo mundo possa admirar de longe. Criarei um lugar para deuses, transformarei uma montanha em uma planície repleta de jardins'".

A teoria mais plausível para os arqueólogos é que o palácio tenha servido de centro administrativo para os representantes dos diferentes impérios da época, enviados pelos imperadores sírios, babilônios e persas que controlaram a Judeia e usaram este lugar para recolher impostos.

"O poder que vemos aqui é maior que o que tinham os reis de Judá, é um poder imperial", afirma o arqueólogo.

Uma análise da terra revela que os jardins foram vistos pela última vez no início do período helenístico.

Nos cinco anos de pesquisas, os arqueólogos ainda não conseguiram compreender totalmente os complexos sistemas de distribuição de água que alimentavam o jardim e que, segundo Gadot, foram projetados "não só para recolher a pouca água da chuva e levá-la de um lugar para o outro, mas com objetivo estético".

A escavação revela complexas estruturas com túneis que parecem não levar a lugar algum, cuja função ainda está por decifrar.

Após servir de centro administrativo no período helenístico, o palácio foi abandonado e desapareceu. Em seu lugar, nasceu uma vila romana em meados do século 2 d.C.


Fonte: Estadão

sábado, 6 de novembro de 2010

Estátua do faraó Amenhotep III é encontrada no Egito


A estátua, de 3,4 mil anos atrás, mostra o faraó sentado ao lado do deus Hórus (Sol), com sua cabeça de falcão

Foto: AFP

Reduzir Normal Aumentar Imprimir Arqueólogos encontraram em Luxor, no sul do Egito, parte de uma estátua de quase 3,4 mil anos que representa o faraó Amenhotep III, anunciou o ministro egípcio de Antiguidades, Zahi Hawass.

A estátua mostra o faraó sentado ao lado do deus Hórus (Sol), com sua cabeça de falcão. A metade superior da estátua, em granito vermelho, foi descoberta no sítio do templo funerário de Amenhotep III, em Kom Al Hitan, no oeste de Luxor. "É um dos achados mais lindos feitos no sítio funerário" de Amenhotep III, disse Hawass.

Os arqueólogos já haviam descoberto, no mês passado, outra estátua do faraó Amenhotep III, de 3 mil anos, na mesma região. Amenhotep III, que reinou o Egito entre 1390 e 1352 a.C., seria o avô de Tutankamon, segundo análises de DNA de diversas múmias.


Fonte: Terra Notícias

Fonte em inglês: Discovery News

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Magnificat (Lc 1.46-55)


Magnificat (Lc 1.46-55)

O cântico de Maria talvez seja um dos mais belos hinos da Bíblia, mesmo que a narração não diga que Maria cantou, mas apenas diga que ela somente tenha dito (εἶπεν). Porém, não podemos negar que ela verdadeiramente cantou jubilosamente ao seu Deus. Talvez fugindo para a casa de sua prima para permanecer viva, visto que não engravidara do seu noivo José, a alegria do Espírito manifestou-se em seus lábios.

A jovem Maria, com cerca de 13 anos, pois é nessa idade em que as meninas são dadas em noivado na palestina do primeiro século, demonstra um profundo conhecimento das Sagradas Escrituras na elaboração de seu cântico. Ela inicia com a oração da estéril Ana (1Sm 2.1), residente em Ramá (Mt 2.18), que milagrosamente concebeu o profeta Samuel. O motivo de sua alegria é o Deus que ouviu a sua petição (שׁמוּאל). Isto resultará num novo período de sua história e de seu povo. Em seu ventre não há apenas um profeta, mas o próprio Deus encarnado chamado de Salvador (Yeshua). Do mesmo modo que Ana, Maria coloca-se numa posição inferior e entende que a criança é um dom de Deus que deve ser dedicado a Ele por todos os dias de sua vida (1Sm 1.11). Contudo, a sua inferioridade não anula o que ela carrega no ventre, este é aquele que colocará Israel em uma nova dimensão espiritual, onde a esterilidade dará lugar à fertilidade e as nações irão reconhecer Israel como bem-aventurado (Ml 3).

As grandiosas obras de Deus são lembradas com menção ao Salmo 126 e/ou 111. Um retorno iminente do exílio irá encher o coração de alegria, pois grandes coisas fez, faz e fará o SENHOR àqueles que levam a preciosa semente. A libertação foi enviada, por isso o nome de Deus é digno de ser honrado acima de qualquer outro nome. O efeito de tão grandiosas obras em nós deve ser o temor. Elementos como a gratidão, o amor, e a retidão dão acesso a uma abundante misericórdia divina (Ex 20.6; Sl 103.13, 17). Maria conscientemente insere um salmo messiânico (Sl 89.10), o seu assunto é a valentia de Deus que, como valente, age de forma justa subjulgando toda forma de injustiça. Deus é Soberano (Jó 12.5). A justiça de Deus permeia os últimos versos de seu cântico, aqueles que dominam sobre os aflitos de forma injusta terão a paga por tudo o que fizeram. As promessas feitas em outros tempos estão se cumprindo, Deus tomou para si esta causa e não deixará que a injustiça prossiga (Jó 5.11). Por causa de sua bondade Ele elevará os humildes até a realeza e encherá de bens os famintos (Sl 107.9). A benignidade para com Israel não foi esquecida e manifesta-se esta numa forma visível de salvação que está em seu ventre. A aliança feita com os patriarcas se cumpre nela, a descendência (Gn 17.7) será dada e nele serão benditas todas as nações da terra (Gn 22.18) eternamente.

Se alguém duvida da veracidade da promessa saiba que “para Deus nada é impossível” (Lc 1.37). Não somos salvos pela sabedoria, mas pela loucura desta pregação (1Co 1.21) que contraria toda razão humana. Podemos aprender com a jovem Maria que devemos ter fé em qualquer circunstância. Mesmo que a proposta divina seja excêntrica, Deus cumprirá a sua palavra. O resumo disto é que há um Deus que se importa com as suas criaturas, talvez possa demorar a resposta de Deus, mas ela vem em tempo oportuno. E quando a resposta vem, seja em meio a tribulações e aflições, o efeito dela é um novo cântico de adoração em nossas línguas que engrandece ao Poderoso Salvador.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Pergaminhos do Mar Morto poderão ser vistos na internet


Mais antigos manuscritos em hebraico serão digitalizados em alta definição e colocados na internet

Foto: EFE

Reduzir Normal Aumentar Imprimir Os manuscritos do Mar Morto, os mais antigos manuscritos em hebraico que são conhecidos, poderão ser vistos em um arquivo online graças a uma nova iniciativa revelada pela Autoridade de Antiguidades de Israel e pelo Google.

O projeto vai dar aos usuários da internet a oportunidade de visualizar os pergaminhos, digitalizados em alta definição.

Encontrados por acaso em 1947 nas cavernas localizadas em Qumran, um importante sítio arqueológico perto do Mar Morto, os textos dos pergaminhos de 2 mil anos contêm fragmentos de todos os livros do Antigo Testamento, exceto Ester, e de vários apócrifos e escrituras das seitas.

Os textos, que foram encontrados divididos em mais de 30 mil peças e compilados em 900 rolos, são fortemente vigiados em Jerusalém, em um prédio do Museu de Israel que é um abrigo nuclear.

Os internautas poderão participar do que a autoridade de Antiguidades descreveu como "o jogo final de quebra-cabeças", já que terão a oportunidade de recompor os pergaminhos, juntando peças e até descobrindo novas formas de ler os textos em hebraico antigo, corroídos e descoloridos com o passar dos anos.

"Nós estamos fazendo história, ligando progresso e passado com o objetivo de preservar essa herança única para as gerações futuras", disse em um comunicado a diretora-geral da Autoridade de Antiguidades, Shuka Dorfman.


quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Pastor Pentecostal Espancado e Preso na Índia

Um pastor pentecostal no sul do estado indiano de Karnataka foi preso por acusações de conversão forçada no domingo.

Pastor Shivanda Siddi, 45 anos, foi detido enquanto realizava um culto de adoração na Igreja Assembleia de Deus de Gnanodaya, informou o Conselho Global de Cristãos Indianos.

De acordo com o grupo de defesa, cerca de cinco pessoas pertencentes a uma organização extremista hindu interrompeu o culto e começou a atacar fisicamente o pastor.

"Os radicais humilharam o pastor, rasgando as suas roupas e batendo nele na frente dos fiéis. Depois de bater no pastor por cerca de meia hora, eles chamaram a polícia na estação de Yellapur ", informou o CGCI.

O pastor bem como sete mulheres, incluindo duas meninas com idades entre 10 e 11 anos, teriam sido presos pela polícia.

O CGCI informou que o pastor foi "espancado novamente pelos radicais na frente dos policiais."

Após a intervenção do CGCI, a polícia liberou as mulheres. No entanto, o pastor foi indiciado sob a Seção 295 do Código Penal , tendo sido posteriormente enviado para a prisão Sirsi.

Pastor Siddi ministrou entre tribos na Vila de Umachagi, concelho de Mundgod, nos últimos cinco anos.

A detenção surge poucos meses depois de dois outros pastores da Assembleia de Deus ser agredidos com barras de ferro por um grupo de pessoas desconhecidas em Karnataka. O pastor Shiju Kuriakose, 35 anos, e o pastor Jayan, 30 anos, tinham acabado de orar quando foram atacados.

Até agora em 2010 houve 106 incidentes de perseguição na Índia e 37 ocorreram em Karnataka, isto conforme o relatório semestral da Associação Evangélica da Índia sobre grandes incidentes de violência anti-cristã. No ano passado, houve pelo menos 152 ataques contra cristãos .

Há cerca de 25 milhões de cristãos (cerca de 2,3 por cento da população) na Índia. A maioria da população da Índia é hindu.


Fonte: Christian Today

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Reflexão Sobre Jesus na Arte



Antes de dissertarmos sobre Jesus na arte é necessário termos em mente alguma definição sobre arte. A definição que iremos seguir relaciona-se com a capacidade humana de manifestar alguma ideia ou propósito para uma coletividade, seja isto através da pintura, literatura, música... Dentro desta esfera podemos dizer que a primeira forma de manifestação artística sobre Jesus é a própria Bíblia, em especial o Evangelho contido de modo quadrangular no Novo Testamento. Não podemos dizer que este Jesus é apenas o resultado de um esforço humano em caracterizá-lo, como os liberais o fazem, contudo, nem um esforço meramente divino, como os esotéricos o fazem. Deveras, este Jesus é a cooperação entre o divino Espírito e a capacidade humana (i.e artística) de representar algo ou alguém. Embora haja diferentes teologias de como cada evangelista tenha pintado Jesus nos papiros originais, podemos perceber de forma mais ampla que Jesus (i.e o Jesus artisticamente autorizado pelo Espírito Santo) sempre demonstra-se uma figura contraditória, seja por causa de sua afirmação de ser divino, por causa de sua vida piedosa ou por causa de sua teologia. Porém, fisicamente ele não causou nenhuma reação inesperada por parte dos expectadores, era reconhecido como judeu (Jo 4.9), teve de ser reconhecido por um beijo (Mt 26.48), mesmo após a ressurreição não despertava interesse estético (Lc 24.15), sendo até confundido com um jardineiro (Jo 20.15). Não é a aparência de Jesus motivo de admiração, mas o seu Ser o é. Artisticamente inspirados pelo Espírito Santo este é o Jesus pintado pelos evangelistas no cântico escatológico de Apocalipse 5.9: “Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação”.

Contudo, a natureza humana não poderia deixar de fazer as suas próprias interpretações de quem é Jesus. Isto se manifestou primeiramente nos grupos que ficariam conhecidos posteriormente como gnósticos, eles poetizaram Jesus no molde das mitologias gregas, fazendo de Jesus mais um semideus impessoal e não o Deus encarnado em prol de uma humanidade pecadora. Até mesmo a falta de um corpo físico fora assimilado por estes grupos, e isto devido às suas convicções filosóficas (cf. 2Jo 1.7). Isto é o que podemos encontrar, sucintamente, no mundo neotestamentário sobre Jesus na arte, seja ela na cooperação humano/divina ou apenas humana.


Prosseguindo e deixando o tempo no qual foi escrito o Novo Testamento, a igreja por sua vez também não deixou de manifestar artisticamente o seu Senhor e Salvador, por ora, algumas vezes a igreja tenha cedido “à tentação” de honrar mais a criação do que o Criador a arte empregada foi e continua sendo puro dom de Deus a serviço do Reino, mesmo tendo os súditos distorcido o propósito original. Dentro deste quadro de dom dado por Deus versus depravação humana a imagem do Salvador foi reconstituída pela igreja conforme as suas tradições locais. Não é de se admirar que Jesus fosse loiro de olhos azuis para os bárbaros que invadiram Roma, ruivo de pele sardenta para os chiprenses e moreno de tez bronzeada para os egípcios. Estas são as três tradições que há na igreja sob o império romano. Entretanto, outras figuras além dos muros do império romano foram formadas, os cristãos ortodoxos etíopes em seus evangelhos iluminados não tem medo de retratar o menino Jesus aos braços de Maria com pele negra e ambos com um penteado Black-Power de fazer inveja aos Jackson’s Five, e isto para o escândalo dos cristãos europeus que mesmo possuindo um cristianismo mais recente do que os etíopes (At 8.27) creem obstinadamente que são mais prudentes em seu retrato de um Jesus Cristo histórico. Para os antigos cristãos nestorianos chineses e também para os atuais católicos romanos chineses Jesus tem olhos puxados e pele amarela.

Jesus deste os tempos da igreja primeva e até o presente tempo foi adaptado para as condições geográficas onde a fé cristã foi estabelecida. Talvez numa ânsia por um Jesus menos estrangeiro e mais camarada algumas modificações tenham sido interessantes e provocaram bons resultados ao longo de um prazo maior. Porém, a adaptação sempre dá a oportunidade para a aniquilação de uma verdade e a fixação de uma mentira, dentro dessa ótica a igreja nunca foi uma adaptadora da figura de Jesus, mas sempre uma perpetuadora daquilo que foi recebido no Evangelho. Contudo, desde as primeiras representações de Jesus nas catacumbas o elemento da adaptação está fortemente presente (cf. Em o Bom Pastor – Catacumba de São Calisto – Jesus é uma adaptação do Hermes Kriophoros), creio que não mudando ou substituindo essencialmente Jesus, mas tornando-o uma figura relativamente mais próxima. O que não é saudável é perdermos Jesus para ficarmos com a arte, pois a finalidade da arte é ser uma facilitadora da proclamação cristã e não o contrário.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

A Influência de Armínio Sobre a Teologia Americana


O que se segue é parte da apresentação de Gerald O. McCulllooh no Simpósio Armínio na Holanda, Agosto de 1960. Ele declarou que se sentia honrado por narrar sobre influência da teologia do grande teólogo holandês Jacó Armínio, notando como as “discussões e disputas que exerceram grande influência na formação do cristianismo protestante na Holanda, Inglaterra e America [podem] ser ouvidas novamente, alertando contra a negligência ou erros doutrinais e guiando a novas compreensões da verdade cristã.”[1] McCulloh escreveu o seguinte.

Na educação teológica e no desenvolvimento pessoal de uma pessoa que se prepara ao ministério da igreja, as ênfases de Armínio sob a vontade de Deus em Cristo para redimir todos os homens, e qual é a parcela de responsabilidade que repousa sobre o cristão na vida sob a graça da santificação, são essenciais no equipamento intelectual e espiritual do homem...

Entre os primeiros colonos do novo mundo estavam os puritanos da vila de Scrooby que, após um período de resistência na Holanda, se estabeleceram na colônia de Plymouth em 1620. Eles tinham vindo de uma parte da Inglaterra que foi profundamente marcada com a reação puritana contra o anglicanismo (High-Church) de Tiago VI, Carlos I e do Arcebispo Laud. William Warren Sweet em The Story of Religion in America caracteriza a parte da Inglaterra na qual os primeiros colonos vieram como:

“A fortaleza do puritanismo... O distrito wool-growing, em estreito contato com o continente, e especialmente com os Países Baixos Unidos, que tinham se tornado um dos principais centros do calvinismo. A Universidade de Cambridge foi o centro intelectual dessa região, e muitas congregações tornaram-se completamente puritanas sobre a influência do clero educado em Cambridge... Os líderes da Nova Inglaterra foram homens de Cambridge.”

De vinte a trinta mil pessoas emigraram dessa região num breve período de 1628 a 1642 para se estabelecerem na Nova Inglaterra.

O desenvolvimento das ideias e instituições religiosas na Nova Inglaterra não foi, contudo, um estabelecimento claro e incontestável do calvinismo precisamente naquela parte do assentamento colonial. Durante os primeiros anos de vida em meio aos rigores e privações do Novo Mundo, a severidade da doutrina dos puritanos permaneceu firme. Frank Hugh Foster em A Genetic History of New England Theology fez a seguinte observação:

“Os primeiros puritanos tinham certeza, em seus próprios corações, que eles eram eleitos de Deus, encontra-se a doutrina [da eleição] necessária para sustenta-los em lutas tremendas pelas quais eles passaram... Por isso a doutrina ganhou maior atividade; ela produziu um efeito semelhante durante o primeiro período de promulgação do calvinismo.”

Na inspeção da absoluta soberania de Deus e de seu ser guiado pelas suas mãos eles sobreviveram e mantiveram a fé genuína dentro de suas próprias famílias. Eles criaram uma comunidade da Bíblia com as leis da Escritura sendo administradas como as leis das relações civis.

Mas em sua vida de fronteira com a adição de novos imigrantes e o toque de comércio, eles se acharam confrontados com uma nova necessidade. Esses homens de fé que realizaram grandes propósitos e estabeleceram altas demandas sob suas famílias e seus ministérios, foram confrontados com uma tarefa missionária.

O correlativo calvinista da absoluta soberania de Deus é a incapacidade humana. Os fiéis descobriram homens que não permaneciam como um eleito de Deus, que preferiam a sua fronteira libertina à persistente moralidade puritana, a doutrina da incapacidade do homem simplesmente confirmou-lhes em sua confortável aceitação de sua obstinação. Para alguns que se esgotaram sob as demandas puritanas, a baixa estimativa de sua capacidade estava de acordo com a avaliação de si próprio.

Quando a incapacidade foi pregada a homens que não estavam conscientes que eram os eleitos, quando a espera passiva à graciosa libertação de Deus foi incutida sob homens à quem a maré de eventos não mais forçava a atividade em desgosto de si mesmos e de suas teorias, se produziu lentidão, apatia, auto-desconfiança, desespero. Nunca foi um bom caminho induzir homens ao arrependimento dizendo-lhes o que não podem fazer.

“A doutrina da incapacidade, então, pregou como esvaziar as igrejas, desencorajando o arrependimento e a fé,” causou um sério declínio na totalidade de comunidades das igrejas.

Em 1648 apareceram divergências doutrinais dentro do aparente corpo homogênio do calvinismo da Nova Inglaterra. No Sínodo de Cambridge, o puritanismo foi deliberadamente rejeitado em favor de uma livre abordagem à fé e as Escrituras. “A Confissão de Fé de Westminster não foi feita obrigatória em igrejas individuais.” A confiança cristã primeva nas Escrituras como um guia de fé e ordem, dentro do contexto de liberdade que estava no ar do Novo Mundo, prevaleceu.

Houve tolerância aos dissidentes – enfatizar moralidade mais que pureza de doutrina – e uma básica, quase individualista, confiança na orientação das escrituras, o que tornou virtualmente impossível manter por muito tempo uma “eclesiocracia” de um tipo Católico Romano ou protestante europeu...

Na cena americana houve também um forte senso de individualismo que achou a ênfase arminiana sobre liberdade e a responsabilidade moral paralela pela procura de fronteira sobre a saída individual, a atitude firme de vida e a terra que se possuiria. Essa qualidade do arminianismo tem sido notada por Parrington como uma das razões de sua importância no cristianismo americano: “O arminianismo carrega um significado social maior que a sua importância teológica: era uma expressão do ideal de responsabilidade individual que emergiu da decadência do sistema feudal...”

Com a virada da maré política em favor do domínio puritano na Inglaterra, foram os anglicanos que deixaram sua terra natal em grandes números para se estabelecerem em Virgínia, Maryland e as Carolinas. Estes colonos, como seria de se esperar, trouxeram consigo o ponto de arminiano e influencias que tinham sido aceitas pela parte da Alta-Igreja da Igreja da Inglaterra...

A influência da doutrina arminiana de santificação sobre o movimento de avivamento americano é claro e vital. Isto era realidade em várias comunhões denominacionais, como por exemplo, no congregacionalismo através de Nathaniel W. Taylor em Yale e Charles G. Finney no Colégio Oberlin e na ênfase holiness no metodismo...

Durante o segundo quarto do século vinte a teologia americano tomou um rumo diferente. O avivamento teológico converteu o interesse dos escolásticos cristãos novamente a Lutero e Calvino. Sob a influência da otimista neo-ortodoxia humanista, iniciou uma rendição à uma visão amplamente proclamada de homem e de pecado. Embora o homem não seja necessariamente um pecador, mas inevitavelmente pecador, pois ele é apenas uma vítima da sua condição humana. O homem pode fugir da sua situação somente através da justificação pela fé. A fé não é uma resposta em que o homem tem um papel ativo e determinante. É um estado no qual ele é transformado por um gracioso ato de Deus... O homem passou a ser visto como uma criatura em disjunção absoluta do seu Criador.

A visão doutrinal de Calvino é muitas vezes citada e proclamada. Porém Armínio apela à razão e tolerância; é sua a insistência sobre a dignidade e liberdade do homem como nascido sobre uma graça preveniente;... é sua a visão de responsabilidade do homem perseverar na fé e obediência, embora capaz de apostatar, a culpa e o perecer são consequências do seu próprio fracasso, e não da culpa de Adão; é seu o reconhecimento do verdadeiro lugar da certeza da presente salvação; e é sua a crescente vocação como retidão individual e social na experiência de santificação – tudo isso é abrandado.

A voz da inspiração reclamante [i.e protesto] contra uma soberania divina absoluta e incondicional, expiação limitada, graça irresistível – essa voz não é ouvida na terra. O nome de Armínio é quase completamente ausente das tabelas de conteúdos ou dos índices dos mais recentes trabalhos lidos em teologia. Na teologia americana o momento é oportuno para um novo remonstrance.[2]

Notas:

[1] Man's Faith and Freedom: The Theological Influence of Jacobus Arminius, ed. Gerald O. McCulloh (Eugene, OR: Wipf & Stock Publishers, 1962), 64-65.

[2] Ibid., 65-79.



Fonte: Society of Evangelical Arminians

sábado, 18 de setembro de 2010

Israelenses descobrem camarote do rei Herodes



Foi divulgado na quarta-feira (15), pelo jornal "The Jerusalem Post", que arqueólogos da Universidade Hebraica de Jerusalém descobriram o camarote do teatro do rei Herodes (aproximadamente 73 a.C.-1 a.C.).

As escavações revelaram o teatro em 2008. Construída durante um período de luxo, a peça mede cerca de oito metros e ficava na parte superior da edificação.

O Museu de Israel planeja abrir os sítios arqueológicos para a visita em 2011.

O espaço provavelmente recebia hóspedes do rei, seus amigos e familiares.

Ao menos os que ainda estavam vivos: Herodes assassinou membros de sua família, massacrou rabinos e, mesmo cercado de bajuladores, dificilmente possuiu algum amigo verdadeiro.


Fonte: Folha Gospel

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Arqueólogos franceses: A mais antiga escultura de falcão do mundo foi descoberta na Síria

Por M. Nassr

Terça-feira, 14 de Setembro de 2010. 16:23



Síria (Damasco) - Síria, arqueólogos franceses descobriram a mais antiga escultura de falcão do mundo, que remonta ao décimo milênio a.C, é a reportagem do Global Network Arab de acordo com a al-Baath Newspaper, uma estatal síria.

A Direção-Geral de Antiguidades e Museus do Ministério da Cultura disse Sana que a escultura de falcão foi descoberta durante os trabalhos arqueológicos na área de Belaas, Hama, Síria central.

A Direcção afirmou que a descoberta prova que a Síria é o primeiro a usar o falcão como símbolo oficial da República Árabe Síria.

A descoberta ocorreu durante as escavações da expedição conjunta sírio-francesa, isso prova que o falcão sírio é 5 milênios mais antigo do que todas as outras esculturas, o que prova, em contrapartida, o papel histórico da região onde a escultura foi criada pela primeira vez e depois se espalhou para o mundo inteiro junto com outros aspectos da cultura dos sírios na contribuição para a cultura humana.

(al-Baath Newspaper, SANA)


Fonte: Global Arab Network

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Pelagianismo: Um Modelo Monergista de Redenção

Pelagianismo: Um Modelo Monergista de Redenção


Enviado por Martin Glynn

“Pelagianismo? Monergista? Martin, eu acho que você precisa reavaliar suas definições."

Não, é verdade! Para aqueles que leem principalmente a literatura calvinista da internet, a palavra "monergismo" é entendida como sinônimo de determinismo. No entanto, o termo significa especificamente que as ações (energia) só partem de um sujeito nos processos de redenção e santificação. O processo envolve as duas partes: Deus e o ser humano. Portanto, monergismo é qualquer sistema de crença que vê cada uma das partes como o único ator efetivo no processo, seja ele Deus (Calvinismo/Agostinismo) ou humana (Pelagianismo).

Portanto, fico chocado quando muitos calvinistas parecem louvar o monergismo como se o conceito, por si só, justificasse a superioridade do Calvinismo. A verdade da questão é, ao meu parecer, que a maioria dos calvinistas simplesmente pensam monergisticamente. Muitos creem que o processo deve ser só de Deus ou só do homem, e se nós não dizemos que isso é só de Deus, isto equivale a dizer que é só do homem.

Isso não é verdade.

Aqui está a verdade sobre o assunto:


Pelagianismo: Monergista: Crê que o homem inicia e conclui o processo de redenção e santificação por viver um tipo de vida modelada por Cristo.

Semi-pelagianismo: Sinergista: Considera que o homem inicia o processo de redenção, mas ele é concluído pela ajuda de Deus e do sacrifício redentor de Cristo.

Semi-agostinismo (Arminianismo): Sinergista: Acredita que Deus inicia o processo de redenção, e conclui este nas pessoas que respondem ao seu chamado inicial.

Agostinismo (Calvinismo): Monergista: Acredita que Deus inicia e conclui o processo de santificação e redenção de um grupo seleto de pessoas.

Aqueles que louvam o “Monergismo” e condenam o "Sinergismo” fazem isso sem entender os termos. Tanto o Pelagianismo (uma teologia monergista) quanto o Semi-Pelagianismo (uma teologia sinergista) são heréticas, e tanto o agostinismo (uma teologia monergista) quanto o Semi-agostinismo (uma teologia sinergista) caem confortavelmente dentro dos limites da ortodoxia.

Veja o Dicionário Oxford da Igreja Cristã para colaborar definições dos termos

Para ir ao post original, clique aqui.




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Templo moabita com mais de 3 mil anos é descoberto na Jordânia


EFE - EFE

A localização de um templo moabita de 3 mil anos foi anunciada pelo Departamento de Antiguidades jordaniano, que classificou a descoberta como uma das mais importantes da Idade do Ferro (que se estendeu de 1.500 a 27 a.C.).

ReproduçãoA estela de Mesha, inscrição do Reino de Moab encontrada no século 19No templo de três andares e cuja construção, acredita-se, tenha ocorrido entre o período 1.200 e 600 a.C. foram encontradas mais de 300 peças. A análise indica que existe a possibilidade de a construção fazer parte de um centro político e religioso do reino de Moab, como detalhou o diretor do departamento jordaniano, Ziad Saad.

Em comunicado, Saad sustenta que a descoberta foi feita no mês passado por uma equipe do Departamento de Antiguidades jordaniana e a universidade La Sierra, dos Estados Unidos.

Entre as peças destaque para uma estátua com cabeça de touro do deus moabita, além de recipientes, lâmpadas e altares de rituais religiosos.

A descoberta ocorreu próximo à cidade de Dibã, a 50 quilômetros ao sul de Amã.

"A Idade de Ferro foi um grande e importante período histórico e político no qual reinos fortes alcançaram inúmeros avanços tecnológicos", disse o diretor do Departamento de Antiguidades.

Acredita-se que os moabitas eram tribos do povo cananeu que se estabeleceram na margem do rio Jordão no século 14 a.C. Seu reino chegou ao fim com a invasão persa, por volta do século 7 a.C.


Fonte: O Estadão

Mais fotos em: Bibleplaces.com

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Vídeo: Polícia não faz nada enquanto ativistas homossexuais aterrorizam criancinhas em comício pró-família nos EUA


(Por Kathleen Gilbert) PROVIDENCE, Rhode Island, EUA — Desimpedidos pela polícia, um pacífico comício pró-vida acabou virando caos no domingo depois que um exército de ativistas homossexuais abafou aos gritos os apresentadores, gritava insultos e até fez de alvo de importunações as criancinhas de famílias que haviam vindo em apoio ao casamento entre um homem e uma mulher.

Um grupo organizado pela organização Ação Queer de Rhode Island começou a recitar em voz alta canções através de alto-falantes enquanto ia se aproximando do comício, organizado pela Organização Nacional em Defesa do Casamento (ONDC) como parte da Turnê Verão em Defesa do Casamento 2010, em frente do prédio do governo estadual.

Mas, de acordo com Brian Brown, diretor executivo da ONDC, ficou claro que “não ia ser uma contra-manifestação normal” quando a multidão de 250 gays, vestidos de camisetas vermelhas, “continuava avançando” até que a polícia abriu espaço e permitiu que a multidão que estava aos gritos invadisse a plataforma e o palanque do comício — pelo qual a ONDC havia obtido uma permissão do governo.

“Nunca vi nada assim, e estou envolvido na questão do casamento há 15 anos”, Brown disse para LifeSiteNews.com. O vídeo do evento (assista logo abaixo) mostra os manifestantes gays gritando a centímetros da face de Brown enquanto ele tenta continuar a apresentação.



Além disso, disse ele, os manifestantes “começaram a zombar e importunar as famílias que estavam ali” e até mesmo claramente fazendo as crianças de alvo com gritos e palavrões — tratamento, disse Brown, que deixou várias crianças, inclusive seus próprios filhos, chorando e perguntando se elas estavam em segurança. “O que eles estavam tentando fazer era nos assustar e assustar as criancinhas”, disse ele. “Foi algo muito ilegal e inacreditável… Sei que meus filhos estavam chorando, outras crianças estavam chorando também. Eles literalmente choraram até o final, perguntando se ia ficar tudo bem com eles”.

Um incidente horroroso apanhado em vídeo mostra um manifestante apontando (fora das câmaras do noticiário) e gritando iradamente: “Melhor ficarem de olho nesse menino ou vamos raptá-lo!” Outros gritavam diretamente para crianças de 4 anos de idade, chamando-as de “fanatiquinhos da mamãe” e outros insultos, disse Brown.

Apesar de sua determinação de finalizar o comício, Brown expressou profunda preocupação com o evento. “Tenho de lhes dizer, eu estava preocupado que o evento estava em completa insegurança”, ele disse. “Os olhares das faces dos homossexuais… eles pareciam querer nos machucar. O que eles disseram basicamente estava deixando claro o que eles queriam fazer. Tudo o que eles puderam fazer eles fizeram para amedrontar nossos apoiadores… As pessoas estavam com medo. As pessoas estavam muito preocupadas com sua própria segurança e a segurança de seus filhos”.

Os participantes do comício pró-família, comentou ele, permaneceram pacíficos — e Brown aproveitou a oportunidade para pregar o respeito carinhoso que precisa sustentar os debates racionais.

Brown disse que a ONDC está no processo de enviar uma carta e o relato em vídeo para Donald Carcieri, governador de Rhode Island, detalhando a falta de ação policial. LifeSiteNews.com não conseguiu contato com um porta-voz do Departamento de Polícia de Providence até o momento da publicação desta reportagem.

Numa parada inicial da turnê em Albany, Brown disse que outro protesto gay havia surgido de repente, embora muito menos intimidador. Contudo, uma mulher a quem Brown diz ficou visivelmente abalada com as hostilidades contra o comício foi entrevistada no vídeo depois que os manifestantes gays se recusaram a parar de hostilizá-la. “A meta deles era intimidar a mim e aos meus 3 filhos, crianças pequenas abaixo de 5 anos — e eu penso que eles conseguiram o que queriam”, disse a mulher.

Daniel Avila, subdiretor de políticas e pesquisas da Conferência Católica de Massachusetts que esteve no comício, disse que a “cacofonia venenosa” depois que os ativistas invadiram o palanque foi “de embrulhar o estômago”.

“Quando a polícia do governo finalmente começou a intervir olhei ao redor de mim e vi a coisa mais estupenda que já vi. Eu não vi punhos cerrados, olhos raivosos ou faces vermelhas. Eu não pude detectar nenhum sinal de ‘brigue ou fuja’, ira ou medo”, escreveu ele num relato publicado pela ONDC. “Vi cabeças baixas e mãos entrelaçadas, ou olhos voltados para o céu e braços estendidos.

“Uma mulher frágil do meu lado, certamente novata nos eventos políticos de rua, tinha um olhar do que eu só posso “descrever como profunda compaixão. Um homem à minha esquerda falou mais em tom de maravilha do que tom de repulsa ou contenda, dizendo suavemente, ‘é assim que deve ser o inferno’”.

Brown disse que falou à multidão que, considerando o curso do debate sobre casamento nos EUA, “vocês não deveriam ficar surpresos que estamos começando a ser tratados como fanáticos”.

“Esse protesto todo mostrou, melhor do que qualquer coisa que pudéssemos dizer, no que acreditamos”, ele disse para LSN. “Foi claramente uma tentativa de nos silenciar: claramente as pessoas que estavam lá gritando contra nós não pensam que precisam nos tratar de modo civilizado, eles pensam que estamos de certo modo fora dos limites do discurso respeitável — e realmente não consigo entender como eles poderiam fazer isso sem realmente nos desumanizar na própria mente deles.

“Recusamos ser tratados como cidadãos de segunda classe por acreditar no que a maioria dos americanos acredita e permanecermos firmes em nossas convicções”, concluiu ele. “Precisamos permanecer firmes na defesa do casamento”.

Informações de contato:

Governor Donald L. Carcieri
Office of the Governor
State House, Room 115
Providence, RI 02903Phone: (401) 222-2080
Fax: (401) 222-8096
E-Mail form http://www.governor.ri.gov/webform/inquirytest.php
Fonte: O Verbo / Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Estudo questiona 'sobrevivência do mais forte' de Darwin


Charles Darwin talvez estivesse errado quando disse que a competição era a principal força impulsionando a evolução das espécies. O autor de A Origem das Espécies, obra publicada em 1859 que lançou as bases da Teoria da Evolução, imaginou um mundo no qual os organismos lutavam por supremacia e em que apenas o mais forte sobrevivia.

Mas uma nova pesquisa identifica a disponibilidade de espaço para desenvolvimento de vida, em vez de competição, como o principal fator da evolução. A pesquisa, conduzida pelo estudante de pós-doutorado Sarda Sahney e outros colegas da Universidade de Bristol, foi publicada na revista científica Biology Letters.

Eles usaram fósseis para estudar padrões de evolução ao longo de 400 milhões de anos. Focando apenas em animais terrestres - anfíbios, répteis, mamíferos e pássaros - os cientistas descobriram que a quantidade de biodiversidade tem relação com o espaço disponível para a vida se desenvolver ao longo do tempo.

Ambiente

O conceito de espaço para a vida - conhecido na literatura científica como "conceito de nicho ecológico" - se refere às necessidades particulares de cada organismo para sobreviver. Entre os fatores estão a disponibilidade de alimentos e um habitat favorável à procriação.

A pesquisa sugere que grandes mudanças de evolução de espécies acontecem quando animais se mudam para áreas vazias, não ocupadas por outros bichos. Por exemplo, quando os pássaros desenvolveram a habilidade de voar, eles abriram uma nova fronteira de possibilidades aos demais animais.

Igualmente, os mamíferos tiveram a chance de se desenvolver depois que os dinossauros foram extintos, dando "espaço para a vida" aos demais animais. A ideia vai de encontro ao conceito darwinista de que uma intensa competição por recursos em ambientes altamente populosos é a grande força por trás da evolução.

Para o professor Mike Benton, co-autor do estudo, a "competição não desempenha um grande papel nos padrões gerais de evolução". "Por exemplo, apesar de os mamíferos viverem junto com os dinossauros há 60 milhões de anos, eles não conseguiam vencer os répteis na competição. Mas quando os dinossauros foram extintos, os mamíferos rapidamente preencheram os nichos vazios deixados por eles e hoje os mamíferos dominam a terra", disse ele à BBC.

No entanto, para o professor Stephen Stearns, biólogo evolucionista da universidade americana de Yale, que não participou do estudo, "há padrões interessantes, mas uma interpretação problemática" no trabalho da Universidade de Bristol.

"Para dar um exemplo, se os répteis não eram competitivamente superiores aos mamíferos durante a Era Mesozoica, então por que os mamíferos só se expandiram após a extinção dos grandes répteis no fim da Era Mesozoica?"

"E, em geral, qual é o motivo de se ocupar novas porções de espaço ecológico, se não o de evitar a competição com outras espécies no espaço ocupado?"


Fonte: Terra Notícias


COMENTÁRIO DE PERSONARET

Não tenho fé para ser evolucionista! Por isso sou cristão!


quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Uma Contradição Ignorada entre a Estela de Merneptah e os Dados Arqueológicos

Uma Contradição Ignorada entre a Estela de Merneptah e os Dados Arqueológicos

De acordo com a pesquisa arqueológica, a origem do povo israelita está associada com o surgimento de centenas de aldeias agrícolas, que começaram a surgir na região montanhosa central em 1.100 a.C. A Estela de Merneptah, contudo, documenta a existência de Israel em 1209 a.C. A presença desse grupo populacional antes deles deixarem qualquer remanescente arqueológico é um fato significante e ignorado nos estudos atuais.







Por Todd Bolen
Bibleplaces.com
Agosto de 2010

Este breve ensaio destina-se a destacar uma contradição entre dois fatos bem estabelecidos relacionados à origem do povo israelita na terra de Canaã. Essas conclusões tem mantido o consenso acadêmico por décadas, porém o conflito óbvio entre eles é ignorado ou os fatos são “ajustados” de modo a fazer a discrepância menos óbvia. A disparidade entre as fontes textuais e arqueológicas tem implicações significantes para a visão de consenso sobre a origem de Israel.

Levantamentos arqueológicos e escavações durante os últimos cinquenta anos revelaram uma explosão populacional na região montanhosa de Canaã, começando no século 12 a.C. Em seu levantamento arqueológico, Mazar declara que “o processo começou no início do século 12 a.C, na região montanhosa central e também se estendeu a Transjordânia e ao norte do Negev.”[1] Stager comenta sobre o “aumento extraordinário da população no Ferro I” e avalia que “deve ter sido a maior afluência de pessoas à região montanhosa dos séculos 12 e 11 a.C.”[2] Rainey e Notley escreveram que “a língua e a religião dos primeiros israelitas, evidentemente, se originaram na Transjordânia e foram levadas à Cisjordânia por pastores nômades no século 12 a.C.”[3] O processo de assentamento foi descrito por Callaway e Miller: “Durante os dois primeiros séculos da Idade do Ferro (c.a 1.200 a.C.), mais ou menos duzentos à trezentos pequenos assentamentos foram implantados na região montanhosa da Palestina.”[4] Finkelstein cuidadosamente considerou a datação desse novo movimento, afirmando que “os dados usados para atribuir o início do assentamento israelita no século 13 são, portanto, poucos e inconclusivos.”[5] Assim pode-se concluir que “Não há quase nenhum apoio arqueológico para datar o início do assentamento israelita antes do século 12 a.C.”[6] Os estudiosos estão em consenso que no início do século 12 a.C., centenas de pequenos assentamentos agrícolas foram fundados, podendo ser associados com o povo conhecido como israelitas.

A Estela de Merneptah, descoberta antes do trabalho arqueológico na região montanhosa central ter começado, cita o nome do povo de Israel como um dos inimigos do Egito durante o reinado de Merneptah (1213 – 1203). Embora quiséssemos que mais informações sobre Israel fossem registradas nela, alguns pontos importantes estão claros.[7] Primeiro, Israel é listado entre os inimigos derrotados pelo Egito. Segundo, Israel não é registrado como uma cidade, mas como um povo. Assim, em cerca de 1.209 a.C, um grupo real de pessoas foi conhecido no Egito como “Israel”. Deveriam ter sido consideráveis em tamanho e respeito, caso contrário, não teria justificativa a menção por Merneptah.[8] Sua afirmação sobre Israel que “a sua semente não é” é um exagero óbvio, porém como há uma, torna-se mais impactante se ele está descrevendo um grande inimigo.

Resumindo, as evidências arqueológicas indicam que o povo de Israel surgiu na região montanhosa central num processo complexo que não se iniciou antes de 1.200 a.C. A Estela de Merneptah testemunha um grupo populacional significativo que estava bem estabelecido em torno de 1.209 a.C. A questão óbvia é: onde estão os israelitas que lutaram com Merneptah no registro arqueológico?

Alguns, como Dever, estão conscientes desta disparidade, porém eles não resolvem a questão. Em vez disso, a abordagem preferida é agir como se não houvesse discrepância - sem suporte em evidências - que Israel deve ter começado a se estabelecer no final do século 13 a.C. Deste modo, até mesmo Dever pode escrever num artigo publicado recentemente em The Bible and Interpretation, “o que alguns acadêmicos bíblicos parecem fazer é a tal da arqueologia tapa-buracos.” Temos um registro arqueológico completo e contínuo do final do século 13 até o século 6, com nenhuma geração faltando.[9] Dever até contrasta num lugar o século 13 “cananita” com o século 11 “israelita”.[10] É legitimo Dever falar do “século 13-12 a.C, vilas [israelitas] recentemente trazidas à luz pela arqueologia”?[11] Ele não dá evidências das vilas do século 13, só afirma que, enquanto Finkelstein data o início do assentamento no final dos séculos 12 e 11, “eu creio que começou no século 13 a.C.”[12] A fé de Dever está aparentemente baseada sobre a Estela de Merneptah, apesar da falta de evidências da arqueologia.

Mesmo se permitirmos Dever e outros a, arbitrariamente mover a data inicial das vilas agrícolas do início do Ferro I até o final do Bronze Posterior II, o problema não está resolvido. Centenas de vilas agrícolas não podem aparecer do dia para a noite, mas são o resultado de um lento e complexo processo que teve lugar em diferentes épocas e ritmos por toda a terra de Canaã.[13] A semelhança cultural entre as cidades cananitas e as (assumidas) vilas agrícolas israelitas é indiscutível e, provavelmente, “resultado da convivência entre eles, dos padrões de casamento e do apoio mútuo ao longo do tempo.”[14] Halpern escreve que foi durante esse período de contato próximo que Israel assumiu gradualmente a sua identidade. “Ao longo dos séculos 13 e 12, uma consciência e solidariedade étnica floresceram em Israel.”[15]

Fato é que a Estela de Merneptah é uma verdade inconveniente, vindo antes do processo que os estudiosos assumem ter levado a uma consciência e solidariedade israelita. Um povo conhecido como Israel foi estabelecido, reconhecido, e organizado suficientemente para ser hostilizado pelo Egito antes dos arqueólogos afirmarem a sua existência.[16] Embora haja meros dez anos entre a Estela de Merneptah e o início do século 12, o ponto importante é que Israel é um grupo populacional estabelecido na Estela de Merneptah, enquanto o movimento de assentamento da região montanhosa só começou no início do século 12.

Mazar admite esse ponto em sua declaração que “os arqueólogos não tem conseguido descobrir os vestígios desse estágio inicial” do assentamento israelita.[17] Como os atuais estudos arqueológicos são desconhecedores da presença documentada de Israel, mesmo em 1.209 a.C, eles não são uma fonte confiável para nos informar sobre a existência de Israel antes dessa época.


Fonte: The Bible and Interpretation

Notas

[1] Amihai Mazar, Archaeology of the Land of the Bible, 10,000–586 B.C.E. (New York: Doubleday, 1990), 337.

[2] Lawrence E. Stager, “Forging an Identity: The Emergence of Ancient Israel,”em The Oxford History of the Biblical World, ed. Michael D. Coogan (New York: Oxford University Press, 1998), 134.

[3] Anson F. Rainey and R. Steven Notley, The Sacred Bridge: Carta’s Atlas of the Biblical World (Jerusalem: Carta, 2006), 112.

[4] Joseph A. Callaway and J. Maxwell Miller, “The Settlement in Canaan: The Period of the Judges,” in Ancient Israel: From Abraham to the Roman Destruction of the Temple, ed. Hershel Shanks (Washington, DC: Biblical Archaeology Society, 1999), 73.

[5] Israel Finkelstein, The Archaeology of the Israelite Settlement (Jerusalem: Israel Exploration Society, 1988), 321.

[6] Ibid., 353. Ele diz “quase” por causa de dois escaravelhos do Monte Ebal que “constituem a única, diretamente, peça definida de evidência arqueológica da existência de um sítio de Assentamento Israelita no final do século 13 a.C.” (321).

[7] Michael G. Hasel, “Israel in the Merenptah Stela,” Bulletin of the American Schools of Oriental Research 296 (1994): 45–61; Michael G. Hasel, “The Structure of the Final Hymnic-Poetic Unit on the Merenptah Stela,” Zeitschrift für die alttestamentliche Wissenschaft 116 (2004): 75–81.

[8] William G. Dever fala desse ponto em “Merenptah’s ‘Israel,’ the Bible’s, and Ours,” em Exploring the Longue Durée: Essays in Honor of Lawrence E. Stager, ed. J. David Schloen (Winona Lake, IN: Eisenbrauns, 2009), 92; cf. Callaway and Miller, “Divided Monarchy,” 79.

[9] Dever, “Merenptah’s ‘Israel,’ the Bible’s, and Ours,” 93.

[10] William G. Dever, Who Were the Early Israelites and Where Did They Come From? (Grand Rapids: Eerdmans, 2003), 98.

[11] Ibid., 206.

[12] Ibid., 154.

[13] Callaway and Miller, “Divided Monarchy,” 73, 76; Ze'ev Herzog, “The Beer-Sheba Valley: From Nomadism to Monarchy,” em From Nomadism to Monarchy: Archaeological and Historical Aspects of Early Israel, ed. Israel Finkelstein and Nadav Na'aman (Jerusalem and Washington DC: Yad Izhak Ben-Zvi, Israel Exploration Society and Biblical Archaeology Society, 1994), 149; Amihai Mazar, “Jerusalem and Its Vicinity in Iron Age I,” em From Nomadism to Monarchy: Archaeological and Historical Aspects of Early Israel, ed. Israel Finkelstein and Nadav Na'aman (Jerusalem and Washington DC: Yad Izhak Ben-Zvi, Israel Exploration Society and Biblical Archaeology Society, 1994), 91.

[14] Callaway and Miller, “Divided Monarchy,” 82; cf. Dever, Early Israelites, 125.

[15] Baruch Halpern, The Emergence of Israel in Canaan, Society of Biblical Literature Monograph Series, vol. 29 (Chico, CA: Scholars, 1983), 91.

[16] Acho irônico quando Dever (Early Israelites, 204) pergunta: “Será que a progressiva minimização de Finkelstein dos dados de Merneptah não tem nada a ver com o fato de ser inconveniente à sua teoria de colonos anônimos da região montanhosa?" Porém, os dados não são mais convenientes para Dever, embora ele não possa reconhecê-lo.

[17] Amihai Mazar, “The Iron Age I,” em The Archaeology of Ancient Israel, ed. Amnon Ben-Tor, trans. R. Greenberg (New Haven, CT: Yale University Press, 1992), 296.



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sábado, 7 de agosto de 2010

Versículos que todos os arminianos deveriam saber


Versículos que todos os arminianos deveriam saber

Por Bossmanham

Esta lista foi compilada a cerca de um ano atrás por muitos membros da Sociedade de Arminianos Evangélicos. Pedi para colocá-la no formato blog, e tendo finalmente sentado iniciou-se o feito.

Espero que esta lista seja um recurso útil para qualquer arminiano que necessite de bons textos bíblicos para demonstrar a sua visão. Deve ser advertido que o teste prova é muito fácil de ser feito por qualquer pessoa, apesar de que em alguns desses versículos o contexto deva ser considerado. Frequentemente, o contexto é ignorado e interpretações errôneas são formadas. Portanto, use esses versículos, mas corrobore com o contexto. Nos esforçamos para considerar cuidadosamente o contexto e, em nossos corações, esses versículos e explicações representam fielmente a intenção do autor, demonstrando que o arminianismo possui forte apoio bíblico.

Também, se caso você tenha algum versículo que deveria ser adicionado, comente no post e nos avise.

Versículos que demonstram a Eleição Condicional:*

Mateus 11: 28-30 - A salvação é um convite para aqueles que virão .

“Vinde a mim todos os que andais em trabalho e vos achais carregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Pois o meu jugo é suave, e o meu fardo leve.”

João 3:16

“Pois assim amou Deus ao mundo, que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.”

João 4:42

“e diziam à mulher: Não é mais pelas tuas palavras que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo.”

João 6:40

“Pois esta é a vontade de meu Pai, que todo o que vê o Filho do homem e nele crê, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.”

João 6:51 – Deve-se comer o pão da vida para receber o benefício .

“Eu sou o pão vivo que desci do céu; se alguém comer deste pão, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo, é a minha carne.”

Atos 13:39

“e de tudo aquilo de que não pudestes ser justificados pela Lei de Moisés, por este é justificado todo o que crê.”

Romanos 1:16-17

“Pois não me envergonho do Evangelho; porque ele é poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, e depois do grego. Pois no Evangelho é revelada de fé em fé a justiça de Deus, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.”

Romanos 9:30

“Que diremos, pois? Que os gentios que não buscavam a justiça, alcançaram a justiça, mas a justiça que vem da fé;”

Romanos 5:1-2 - É através da fé que somos feitos uma parte de Cristo.

“Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo, por quem igualmente temos obtido nossa entrada pela fé a esta graça na qual estamos firmes; e gloriemo-nos na esperança da glória de Deus.”

Efésios 1:13

“no qual também vós, tendo ouvido a palavra da verdade, o Evangelho da vossa salvação, e nele havendo também crido, fostes selados com o Espírito da promessa, a saber, o Espírito Santo,”

1 Timóteo 4:10 - Jesus morreu por todos, mas existe um subconjunto específico que recebe os benefícios , ou seja, aqueles que creem.

“pois para isso é que trabalhamos e lutamos, porque temos posto a nossa esperança no Deus vivo, que é o Salvador de todos os homens, especialmente dos que crêem.”

1 Pedro 1:1-2 - A eleição é segundo o pré-conhecimento de Deus daqueles que crerão.

“Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos estrangeiros da Dispersão no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia, eleitos segundo a presciência de Deus Pai, na santificação do Espírito, para a obediência e para a aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas.”

Versículos que demonstram que a expiação é disponível a todos:

Isaías 53:6 – Toda a nossa iniquidade foi colocada em Cristo.

“Todos nós temos andado desgarrados como ovelhas; temo-nos desviado cada um para o seu caminho; e Jeová fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.”

Mateus 11:28-30 - Qualquer pessoa que venha a Cristo é bem vindo.

“Vinde a mim todos os que andais em trabalho e vos achais carregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Pois o meu jugo é suave, e o meu fardo leve.”

Mateus 18:14 - O Pai não quer que ninguém pereça (anti predestinação reprobatória).

“Assim não é da vontade de vosso Pai que está nos céus, que pereça um destes pequeninos.”

João 01:07 - Jesus deseja a todos, quer que todos creiam.

“este veio como testemunha para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele.”

João 1:29

“No dia seguinte viu João a Jesus que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!”

João 3:16-17

“Pois assim amou Deus ao mundo, que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para julgar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele.”

João 6:33 , 51

“porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo.”

“Eu sou o pão vivo que desci do céu; se alguém comer deste pão, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo, é a minha carne.”


João 12:47

“Se alguém ouvir as minhas palavras, e não as guardar, eu não o julgo; porque não vim a julgar o mundo, mas a salvar o mundo.”

Romanos 3:23-24 - Todos pecaram e todos têm acesso a justificação em Cristo Jesus.

“porque todos pecaram e necessitam da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela sua graça mediante a redenção que há em Cristo Jesus;”

Romanos 5:06 - Cristo morreu pelos ímpios. Uma vez que todos são ímpios, Cristo morreu por todos.

“Quando nós ainda éramos fracos, Cristo morreu a seu tempo pelos ímpios.”

Romanos 5:15 - Desde que o pecado se espalhou para todos, a expiação de Cristo é para todos .

“Mas não é assim o dom como a ofensa; porque se pela ofensa de um só morreram todos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, abundou para com todos.”

Romanos 10:13 - Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo .

“porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor, será salvo.”

2 Coríntios 5:14-15 - Todos morreram, pois Cristo morreu por todos .

“Pois o amor de Cristo nos constrange, porque julgamos assim: um morreu por todos, portanto todos morreram. Ele morreu por todos, para que os que vivem, não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e foi ressuscitado.”

1 Timóteo 2:3-6 - Deus deseja que todos os homens sejam salvos, e deu a si mesmo por todos

“Isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que deseja que todos os homens sejam salvos, e que cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Pois só há um Deus e só há um mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus homem, que se deu a si mesmo em resgate por todos—testemunho que se deve dar em seus tempos;”

1 Timóteo 4:10

“pois para isso é que trabalhamos e lutamos, porque temos posto a nossa esperança no Deus vivo, que é o Salvador de todos os homens, especialmente dos que creem.”

Tito 2:11 – Necessariamente é graça de Deus que conduz ao arrependimento a todos.

“Pois a graça de Deus se manifestou, trazendo a salvação a todos os homens,”

Hebreus 2:9 - Jesus provou a morte por todos.

“porém àquele Jesus, que foi feito um pouco menor que os anjos, nós o vemos, por causa do sofrimento da morte, coroado de glória e de honra, para que, pela graça de Deus, provasse a morte a favor de todo o homem.”

Hebreus 10:10 – Cristo se ofereceu uma vez por todos.

“Na qual vontade temos sido santificados pela oferta do corpo de Jesus Cristo feita uma vez para sempre.”

2 Pedro 3:9

“Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns entendem; mas ele é longânimo para convosco, não querendo que alguns pereçam, mas que todos venham ao arrependimento.”

1 João 4:14

“Nós temos visto e testificamos que o Pai enviou a seu Filho como Salvador do mundo.”

1 João 2:2 - Jesus é a propiciação, e não apenas para os crentes, mas para todo o mundo.

“ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.”

João 4:42

“e diziam à mulher: Não é mais pelas tuas palavras que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo.”

Apocalipse 22:17

“O Espírito e a noiva dizem: Vem. Quem ouve, diga: Vem. O que tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça a água da vida.”

Versículos que demonstram que a graça é resistível:

Jeremias 7:24

“Porém não escutaram, nem inclinaram os seus ouvidos, mas andaram para trás em vez de irem para diante.”

Lucas 7:30

“mas os fariseus e os doutores da lei frustraram o desígnio de Deus quanto a si mesmos, não sendo batizados por ele.”

Atos 7:51 - Flagrante de resistência do Espírito Santo. É adequada para inferir que, se não resistissem, eles teriam sido levados ao arrependimento.

“Homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e de ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim como fizeram vossos pais, também vós o fazeis.”

Romanos 10:16 - Nem todos os que ouvirem vão crer.

“Mas nem todos deram ouvidos ao Evangelho. Pois Isaías disse: Senhor, quem creu a nossa mensagem?”

2 Coríntios 6:1 – Alguém pode receber a graça de Deus, porém não apropriar-se dela em sua vida.

“Como cooperadores com ele, também vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão”

Versículos que demonstram que devemos permanecer em Cristo para estarmos seguros:

Romanos 11:17-24

“Porém se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado entre eles, e te tornaste participante com eles da raiz e da seiva da oliveira, não te glories contra os ramos; porém se te gloriares, não és tu o que sustentas a raiz, mas a raiz a ti. Dirás, pois: Alguns ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado. Bem; pela sua incredulidade foram quebrados, mas tu pela tua fé estás firme. Não te ensoberbeças, mas teme; porque se Deus não poupou os ramos naturais, não te poupará a ti. Notai, pois, a bondade e a severidade de Deus: severidade para com aqueles que caíram, mas bondade de Deus para contigo, se permaneceres nessa bondade; doutra maneira também tu serás cortado. Eles também, se não permanecerem na sua incredulidade, serão enxertados; pois Deus é poderoso para os enxertar de novo. Se tu foste cortado do natural zambujeiro, e contra a natureza foste enxertado em boa oliveira, quanto mais não serão enxertados na sua própria oliveira aqueles que são ramos naturais?”

1 Coríntios 15:02

“e pelo qual sois salvos, se é que o conservais, como vo-lo preguei, salvo se crestes em vão.”

Efésios 5:3-7

“Mas fornicação, e toda a impureza, ou avareza, nem se nomeie entre vós, como convém a santos, nem baixeza, nem conversa tola, ou chocarrices, que são inconvenientes, antes pelo contrário ações de graças. Pois isto sabeis com certeza que nenhum fornicário, nem impuro, nem avarento, o qual é idólatra, tem herança no reino de Cristo e Deus. Ninguém vos engane com palavras vãs; pois por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Portanto não vos torneis participantes com eles.”

Colossenses 1:21-23

“Vós, sendo outrora alienados e inimigos no vosso entendimento pelas vossas más obras, contudo agora vos reconciliou no corpo da sua carne pela sua morte, para vos apresentar santos e sem defeito e inculpáveis perante ele, se é que permaneceis na fé, fundados e firmes e não vos deixando apartar da esperança do Evangelho que ouvistes, e que foi pregado a toda a criatura debaixo do céu, e do qual eu Paulo fui feito ministro.”

2 Pedro 1:10

“Por isso, irmãos, ponde cada vez maior cuidado em fazer firme a vossa vocação e eleição; porque fazendo isto, não tropeçareis jamais.”

2 Pedro 2:20-22

“Portanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo pelo pleno conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar nelas de novo e são vencidos, torna-se o seu último estado pior do que o primeiro. Pois melhor lhes fora não ter conhecido o caminho da justiça, do que depois de o conhecer, desviar-se do santo mandamento que lhes fora dado. Tem-lhes sucedido o que diz o verdadeiro provérbio: Voltou o cão ao seu vômito, e: A porca lavada tornou a revolver-se no lamaçal.”

Hebreus 6:4-6

“Pois é impossível que os que uma vez foram iluminados e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus, e os poderes do mundo vindouro, e depois caíram; impossível é renová-los outra vez para o arrependimento, visto que eles crucificam de novo para si o Filho de Deus e o expõem à ignomínia.”

Hebreus 10:26

“Pois se pecamos voluntariamente, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados,”

Tiago 01:12; 5:19-20

“Bem-aventurado o homem que suporta a tentação, porque, depois de ter sido provado, receberá a coroa da vida, que o Senhor prometeu aos que o amam.”

“Meus irmãos, se algum de vós se desviar da verdade e algum outro o converter, sabei que aquele que converte um pecador do erro do seu caminho, salvará uma alma da morte e cobrirá uma multidão de pecados.”


Versículos que demonstram que o homem tem arbítrio-liberto

Versículos que demonstram livre-arbítrio nas ofertas

Êxodo 35:29, 36:3

“Os filhos de Israel trouxeram uma oferta voluntária a Jeová; a saber, todo o homem e mulher, cujo coração os dispôs para trazerem uma oferta para toda a obra que Jeová tinha ordenado se fizesse por intermédio de Moisés.”

“Estes receberam de Moisés a oferta toda, que os filhos de Israel tinham trazido para a obra do serviço do santuário, a fim de fazê-la. Ainda todos os dias pela manhã trazia-lhe o povo ofertas voluntárias.”


Levítico 07:16, 22:18 ,21 , 23; 23:38

“Mas, se o sacrifício da sua oblação for um voto, ou uma oferta voluntária, comer-se-á no dia em que oferecer o seu sacrifício, e no dia seguinte se comerá o que dele ficar;”

“Fala a Arão e a seus filhos, e a todos os filhos de Israel, e dize-lhes: Todo o homem da casa de Israel, ou dos estrangeiros em Israel, que oferecer a sua oblação, quer seja algum de seus votos, quer seja alguma de suas ofertas voluntárias, que oferecerem a Jeová para holocausto;”

“Todo o que oferecer a Jeová um sacrifício de ofertas pacíficas para cumprir um voto, ou para oferta voluntária, quer do gado vacum, quer do gado miúdo, o animal deverá ser perfeito, para que seja aceito, não haverá nele defeito algum.”

“Um novilho, ou um cordeiro, que tenha membros supérfluos, ou que for falto de membros, a esse poderás oferecer para oferta voluntária; mas para cumprir um voto não será aceito.”

“além dos sábados de Jeová, e além dos vossos dons, e além dos vossos votos, e além de todas as vossas ofertas voluntárias, que derdes a Jeová.”


Números 15:03, 29:39

“e fizerdes uma oferta queimada a Jeová, holocausto, ou sacrifício em cumprimento dum voto, ou como oferta voluntária, ou nas vossas festas fixas, para fazerdes um suave cheiro a Jeová, do gado ou do rebanho;”

“Oferecereis estas coisas a Jeová nas vossas festas fixas além dos vossos votos, e das vossas ofertas voluntárias, para os vossos holocaustos, e para as vossas ofertas de cereais, e para as vossas ofertas de libação e para as vossas ofertas pacíficas.”


Deuteronômio 12:6, 17; 16:10

“A esse lugar trareis os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos, e as ofertas alçadas da vossa mão, e os vossos votos, e as vossas ofertas voluntárias, e os primogênitos do vosso gado e do vosso rebanho.”

“Dentro das tuas portas não poderás comer o dízimo do teu pão, do teu mosto, e do teu azeite, nem os primogênitos do teu gado ou do teu rebanho, nem qualquer das tuas ofertas votivas, nem as tuas ofertas voluntárias, nem as ofertas alçadas da tua mão;”

“Celebrarás a festa das semanas em honra de Jeová teu Deus segundo a medida da oferta voluntária da tua mão, que darás conforme Jeová te abençoar.”


2 Crônicas 31:14; 35:8

“O levita Coré, filho de Imná, e guarda da porta oriental, estava encarregado das ofertas voluntárias que se faziam a Deus, para distribuir as oblações de Jeová e as coisas santíssimas.”

“Os seus príncipes fizeram dádivas ao povo, aos sacerdotes e aos levitas, para as ofertas voluntárias. Hilquias, Zacarias e Jeiel, chefes da casa de Deus, deram aos sacerdotes para as ofertas pascoais duas mil e seiscentas reses de gado miúdo, e trezentos bois.”


Esdras 1:4, 6; 3:05, 7:16, 8:28

“Quem quer que restar, seja qual for o lugar em que é peregrino, ajudem-no os homens do seu lugar com prata, com ouro, com fazenda e com animais, afora a oferta voluntária para a casa de Jeová, que é em Jerusalém.”

“Todos os que eram os seus vizinhos, lhes fortaleceram as mãos com vasos de prata, com ouro, com fazenda, com animais e cousas preciosas, além de tudo o que se ofereceu voluntariamente.”

“e em seguida o holocausto perpétuo, e as ofertas das luas novas, de todas as festas fixas e consagradas de Jeová, e de todos os que faziam ofertas voluntárias a Jeová.”
“como também toda a prata e ouro que achares em toda a província de Babilônia, juntamente com as ofertas voluntárias do povo, e dos sacerdotes, que as oferecerem voluntariamente à casa do seu Deus, que está em Jerusalém.”

“Eu lhes disse: Vós sois santos a Jeová, e os vasos são santos; e a prata e o ouro são ofertas voluntárias a Jeová, Deus de vossos pais.”


Salmo 119:108

“Aceita, te rogo Jeová, as ofertas voluntárias da minha boca, E ensina-me os teus juízos.”

Ezequiel 46:12

“Quando o príncipe preparar uma oferta voluntária, holocausto ou ofertas pacíficas como uma oferta voluntária a Jeová, abrir-se-lhe-á a porta que olha para o oriente, e prepará o seu holocausto e as suas ofertas pacíficas, como se costuma fazer no sábado; depois sairá, e depois dele ter saído, fechar-se-á a porta.”

Amós 4:05

“do que é levedado, oferecei um sacrifício de ação de graças, e proclamai ofertas voluntárias, e publicai-as; pois isso é do vosso agrado, ó filhos de Israel, diz o Senhor Jeová.”

Isaías 1:19-20 – Pode-se optar por ser obediente ou rebelde.

“Se for da vossa vontade e obedecerdes, comereis os produtos do país; mas se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados pela espada. Pois a boca de Jeová o disse.”

Ezequiel 33:11 - Há a capacidade de escolher entre diferentes opções.

“Dize-lhes: Pela minha vida, diz o Senhor Jeová, não tenho prazer na morte do ímpio; mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que morrereis, ó casa de Israel?”

Lc 7:30 - Fariseus rejeitam o que Deus queria para eles.

“mas os fariseus e os doutores da lei frustraram o desígnio de Deus quanto a si mesmos, não sendo batizados por ele.”

João 7:17 - A pessoa deve fazer o que Deus está dando a graça para ser feito. Esse versículo mostra que Deus permite que aconteçam coisas contrárias a sua vontade.

“Se alguém quiser fazer a vontade de Deus, há de saber se o ensino é dele, ou se eu falo por mim mesmo.”

1 Coríntios 7:37 – Poder sobre a própria vontade - não necessariamente - que é a definição de arbítrio-liberto.

“Todavia aquele que está firme no seu coração, e não tem necessidade, mas tem domínio sobre a sua própria vontade e tem determinado em seu coração guardar donzela sua filha, bem fará.”

1 Coríntios 10:13

“Não vos tem sobrevindo tentação que não seja comum aos homens; mas Deus é fiel, o qual não permitirá que sejais tentados além das vossas forças, mas também com a tentação proverá o meio de saída para poderdes suportá-la.”

Versículos que demonstram a graça preveniente de Deus

Jeremias 31:3

“Da terra longínqua apareceu-me Jeová, dizendo: Com amor eterno te amei, portanto com benignidade te atraí.”

João 16:7-11

“Convém-vos que eu vá. Pois se eu não for, não virá a vós o Paráclito; mas se eu for, enviar-vo-lo-ei. Quando ele vier, convencerá o mundo de pecado, de justiça e de juízo; de pecado, porque não crêem em mim; de justiça, porque vou para o Pai, e não me vereis mais; de juízo, porque o príncipe deste mundo está julgado.”

Romanos 2:04 - É a graça de Deus que nos conduz ao arrependimento.

“Ou desprezas tu as riquezas da sua bondade e tolerância e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus te conduz ao arrependimento?”

Romanos 10:14-17 - É preciso ouvir a palavra de Deus para ter fé.

“Como, pois, invocarão aquele em quem não têm crido? e como crerão naquele de quem não têm ouvido falar? e como ouvirão sem pregador? e como pregarão, se não forem enviados? assim como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas! Mas nem todos deram ouvidos ao Evangelho. Pois Isaías disse: Senhor, quem creu a nossa mensagem? Logo a fé vem pelo ouvir, e o ouvir vem pela palavra de Cristo.”

Tito 2:11 - A graça de Deus leva ao arrependimento.

“Pois a graça de Deus se manifestou, trazendo a salvação a todos os homens,”

Versículos que demonstram que o pecado não provém de Deus

Jeremias 7:24

“Porém não escutaram, nem inclinaram os seus ouvidos, mas andaram para trás em vez de irem para diante.”

Tiago 1:13-15

“Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; pois Deus não é tentado pelo mal, e ele a ninguém tenta. Mas cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz; então a cobiça, havendo concebido, dá à luz o pecado, e o pecado, sendo consumado, gera a morte.”

1 João 2:16

“porque tudo o que há no mundo, a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a vaidade da vida, não vem do Pai, mas sim do mundo.”

*A tradução bíblica utilizada é a Tradução Brasileira (TB)


Fonte: Society of Evangelical Arminians



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