sábado, 27 de fevereiro de 2010

Reunidos fragmentos de texto bíblico separados há séculos

Texto reconstituído permite acompanhar evolução do relato bíblico do Êxodo ao longo dos milênios.


JERUSALÉM - Duas partes de um antigo manuscrito bíblico, separadas por séculos, foram reunidas pela primeira vez numa mostra conjunta nesta sexta-feira, 26, graças a uma descoberta acidental que está ajudando a iluminar um período obscuro na história da Bíblia hebraica.

Os fragmentos, de 1.300 anos, que são alguns dos poucos manuscritos bíblicos hebraicos que sobreviveram à era em que foram escritos, existiram separadamente e com sua relação mútua ignorada até que uma fotografia de um, publicada em sua primeira exibição pública em Israel, chamou a atenção dos estudiosos que acabaram por ligá-os.
Juntos, compõem o Segundo Cântico do Mar, cantado pelos israelitas após a fuga do Egito, enquanto assistiam à destruição dos exércitos do faraó no Mar Vermelho.

Uma mostra no museu nacional de Israel, dedicada ao Cântico do Mar, agora está unindo as duas peças.

Uma página do cântico, conhecida como o Manuscrito Ashkar, estava abrigada numa biblioteca de livros raros na universidade Duke, nos EUA, e foi exibida pela primeira vez em Israel em 2007.

Foi nessa oportunidade que a fotografia do manuscrito apareceu em um jornal e chamou a atenção de dois paleógrafos israelenses, Mordechay Mishor e Edna Engel, que notaram a semelhança com uma outra página em hebraico, o Manuscrito de Londres, que é parte de uma coleção particular.

"A uniformidade das letras, a estrutura do texto e as técnicas usadas pelo escriba... ficou muito claro para mim", disse Engel.

A relação não seria óbvia para o observador leigo. O Ashkar está escurecido pela exposição aos elementos e o texto está praticamente invisível, enquanto o Londres é legível e se encontra muito melhor preservado.

Mas após estudos com raios ultravioleta, os especialistas confirmaram que os textos não só foram escritos pela mesma mão, mas eram parte de um mesmo rolo de pergaminho.

Estudiosos acreditam que o pergaminho foi escrito por volta do século sétimo, em alguma parte do Oriente Médio, possivelmente no Egito. Não se sabe como essas partes foram separadas, ou o que aconteceu com o restante do material escrito.

O museu em Israel providenciou para que o Londres fosse levado a Jerusalém. A nova mostra descreve como o Cântico do Mar foi composto por meio de vários manuscritos antigos, dos Manuscritos do Mar Morto, que têm 2.000 anos, até o chamado Códice de Alepo, escrito quase mil anos mais tarde.

A reunificação dos fragmentos é um elo importante na corrente, mostrando como a escrita da Bíblia hebraica evoluiu ao longo do chamado período "silencioso" - entre os séculos terceiro e décimo - do qual não resta praticamente nenhum texto bíblico.

O Cântico nos Manuscritos do Mar Morto está escrito como prosa, por exemplo, e no manuscrito reunido, em versos.



Fonte: Estadão

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Pedido de Khadafi de jihad contra Suíça é inadmissível, diz ONU



A Organização das Nações Unidas (ONU) criticou nesta sexta-feira o líder líbio, Muamar Khadafi, por ter convocado uma "Guerra Santa", ou jihad, contra a Suíça.


O chefe da ONU em Genebra, Sergei Ordzhonikidze, afirmou que declarações deste tipo feitas por um chefe de Estado "são inadmissíveis nas relações internacionais".


Ordzhonikidze disse que as Nações Unidas têm o poder, o conhecimento e o treinamento necessários para evitar qualquer tentativa de violação das instalações da ONU em Genebra.


A convocação de Khadafi, na quinta-feira, foi uma reação à recente proibição da construção de minaretes na Suíça.


Khadafi justificou a iniciativa afirmando que o país é "infiel" e está “destruindo mesquitas”.


"Qualquer muçulmano em qualquer parte do mundo que trabalhe com a Suíça é um apóstata (pessoa que abandonou a fé em uma religião), é contra o profeta Maomé, Deus e o Corão", disse, na quinta-feira.


"As massas de muçulmanos devem ir a aeroportos do mundo islâmico e impedir a aterrissagem de aviões suíços, aos portos e impedir a chegada de navio suíços e inspecionar lojas e mercados para impedir que produtos suíços sejam vendidos."


"Vamos combater a Suíça, o sionismo e a agressão estrangeira", completou.


O líder líbio ressaltou que "existe uma grande diferença entre terrorismo e o direito à jihad, ou resistência armada".


Referendo


No referendo de 29 de novembro, a maioria dos suíços votou a favor de uma lei que proíbe a construção de minaretes.


Clique Leia mais sobre o resultado do referendo


O governo suíço havia aconselhado a população a votar contra a proposta, argumentando que ela violaria a liberdade religiosa.


O Ministério das Relações Exteriores suíço disse que não comentaria as declarações de Khadafi.


A Líbia rompeu relações com a Suíça em 2008 após a prisão de um filho de Khadafi em um hotel suíço, acusado de maltratar empregados.


Ele foi libertado pouco depois da detenção, e as acusações foram retiradas, mas a Líbia cortou a venda de petróleo para a Suíça, retirou bilhões de dólares depositados em bancos suíços e prendeu dois empresários suíços que trabalhavam em território líbio.


A Líbia afirma que as prisões dos empresários e a do filho de Khadafi não têm ligação.



Fonte: BBC Brasil

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Arqueólogos da Universidade Hebraica descobrem muralha em Jerusalém do século 10 a.C

Jerusalém, 22 de fevereiro de 2010




Uma seção de um antiga muralha em Jerusalém do século 10 a.C - possivelmente construído pelo rei Salomão - foi revelada em escavações arqueológicas dirigidas pela Dra. Eilat Mazar e conduzida sob os auspícios da Universidade Hebraica de Jerusalém.


A secção da muralha da cidade revelada, 70 metros de comprimento e seis metros de altura, está localizada na área conhecida como Ofel, entre a cidade de Davi e a muralha sul do Monte do Templo.


Foi descoberto no complexo da muralha: uma portaria interna de acesso ao quartel real da cidade, uma estrutura real adjacente ao portão e uma torre de esquina com vista para uma parte substancial do vale do Cedron.


As escavações na área do Ofel foram realizadas ao longo de um período de três meses com os financiamentos concedidos por Daniel Mintz e Meredith Berkman, um casal de Nova York interessado em Arqueologia Bíblica. O financiamento amparou tanto quanto a conclusão das escavações arqueológicas e o processamento e análise dos achados, bem como os trabalhos de conservação e preparação do local para a visualização por parte do público de dentro do Parque Arqueológico Ofel e do parque nacional em torno das muralhas de Jerusalém.


As escavações foram realizadas em cooperação com a Autoridade de Antiguidades de Israel, a Natureza de Israel e a Autoridade para Parques, e a Companhia de Desenvolvimento de Jerusalém Oriental. Alunos de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, bem como alunos voluntários do Colégio Herbert W. Armstrong, em Tulsa, Oklahoma, e trabalhadores assalariados participaram nos trabalhos de escavação.


"O muro da cidade que foi descoberto testifica a presença dominante. A robusteza e a forma da construção indicam um alto nível de engenharia", disse Mazar. O muro da cidade fica no extremo leste da área de Ofel, numa localização estratégica no topo do alto declive oeste do vale do Cedron.


"Uma comparação entre esta última descoberta com as muralhas e portões do período do Primeiro Templo, assim como a cerâmica encontrada no local, nos permitem postular com um grande grau de certeza de que a muralha que foi descoberta é a que foi construída pelo rei Salomão, em Jerusalém, na última parte do século X a.C ", disse Mazar.


"Esta é a primeira vez que uma estrutura desse período foi descoberta e que pode se relacionar com as descrições escritas da construção de Salomão, em Jerusalém", acrescentou. "A Bíblia nos diz que Salomão construiu - com o auxílio dos fenícios, que foram proeminentes construtores - o Templo, o seu novo palácio e cercou a cidade, muito provavelmente ligando as muralhas mais antigas da cidade de Davi.” Mazar cita especificamente o terceiro capítulo do primeiro livro de Reis, onde se refere que "até que (Salomão) acabasse de edificar a sua casa, e a Casa do SENHOR, e a muralha à roda de Jerusalém."


A portaria de seis metros de altura descoberta no complexo do muro da cidade foi construído num estilo típico daqueles do período do Primeiro Templo como Megido, Berseba e Asdode. Ele tem um plano simétrico de quatro pequenas salas idênticas, duas de cada lado do corredor principal. Também havia uma grande torre adjacente cobrindo uma área de 24 por 18 metros, que se destinava a servir como uma torre de vigia para proteger a entrada da cidade. A torre situa-se hoje sob uma estrada nas proximidades e ainda precisa ser escavada. No século XIX Charles Warren, um agrimensor britânico, realizou uma vistoria no subsolo da área, foi o primeiro a desenhar o esboço da grande torre em 1867, mas sem atribuí-la à época de Salomão.


"Parte do complexo do muro da cidade serviu como espaço comercial e parte como central de segurança", explicou Mazar. Dentro do pátio da grande torre eram realizadas muitas atividades públicas, disse ela. A torre serviu como um ponto de encontro público, como um lugar para a realização de atividades comerciais e de culto, e como um local para as atividades econômicas e jurídicas.


Cacos de cerâmica descobertos dentro do preenchimento do piso inferior do edifício real, perto da portaria, também atestam que a datação do complexo para o século 10 a.C. Foram encontrados no chão restos de jarros de grande armazenagem com 1,15 metros de altura, sobreviventes da destruição pelo fogo, foram encontrados em salas que aparentemente serviram como áreas de armazenagem no piso térreo do edifício. Em um dos jarros há uma inscrição parcial em hebraico antigo indicando que pertencia a um alto funcionário do governo de nível superior.


"Os jarros que foram encontrados são os maiores já encontrados em Jerusalém", disse Mazar, acrescentando que "a inscrição que foi encontrada em um deles mostra que o jarro pertencia a um funcionário do governo, aparentemente, a pessoa responsável por supervisionar o fornecimento de produtos de bens assados para a corte real. "


Além dos cacos de cerâmica, estatuetas de culto também foram encontradas na área, assim como as impressões de selos sobre um jarro com a palavra "para o Rei," que atesta sua utilização dentro da monarquia. Também foram encontradas impressões de selos (bullae) com nomes hebraicos, também indicando a natureza real da estrutura. A maioria dos pequenos fragmentos descobertos vieram de uma intrincada peneiração feita com a ajuda do salvados Projeto Peneirando o Monte do Templo, dirigido pelo Dr. Gabriel Barkai e Zachi Zweig, sob o auspício da Natureza e da Autoridade de Parques e a Fundação Ir David.


Entre a grande torre na entrada da cidade e o edifício real os arqueólogos descobriram uma seção da torre de esquina que tem oito metros de comprimento e seis metros de altura. A torre foi construída em pedra talhada de invulgar beleza.


À Leste do edifício real, há outra seção da muralha da cidade que se estende por cerca de 35 metros que também foi revelada. Esta secção tem cinco metros de altura, e é parte do muro que continua a nordeste e outrora delimitou a área do Ofel.


Provido Pela Universidade Hebraica de Jerusalém


Fonte: Physorg


Mais fotos em: Terra Notícias

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Ôôôô glórias !!!!!

Fêmeas Gospel?????


Postado por T-7 sábado, 20 de fevereiro de 2010


Quando pensei que já tinha visto de tudo nesse meio gospel, olha só o que eu achei:



Olha aí, querido irmão solteirão, que anda cabisbaixo por não encontrar em canto algum a sua "cara-metade"; que vive pulando de igreja em igreja caçando o grande amor da sua vida... os seus problemas acabaram!!!!


As "Fêmeas Gospel" chegaram pra acabar com a solidão da moçada, afinal, são todas "mulheres virtuosas" (como diz a descrição da comunidade)!


Corre, irmão, e garanta já a sua!


O mais tosco é ver a enquete: "Quem te dá mais valor? As Evangélicas ou as 'do mundo'" - a simples existência de tal comunidade já responde a pergunta!


Se não acredita na existência desta pérola, toma essa:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=50364789


O @rickserrat achou a pérola e @gustavogui postou aqui


Fonte: Território 7



COMENTÁRIO DE PERSONARET


Prefiro o Paquera Gospel

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Calvinistas que se tornaram arminianos em Dort



Um dos fatos fascinantes da história é a "conversão" ao arminianismo de alguns dos calvinistas que participaram do processo no Sínodo de Dort. Abaixo está o relato de três calvinistas, dois quais mudaram de opinião durante o processo real, e um que já tinha mudado seu parecer anteriormente.


John Hales (1584-1656): Hales foi um teólogo inglês. Era um homem calmo e gentil. Ele era bem instruído, tinha uma excelente memória, e é relatado como tendo um "conhecimento exato da língua grega".1 Por algum tempo ele foi professor no colégio de Eton, onde ensinou grego. Ele foi carinhosamente chamado de "O Sempre Memorável Hales". Durante o processo em Dort, Hales era um capelão do Sir Dudley Carlton, o embaixador inglês na Holanda. Ele compareceu à Dort, a pedido de Sir Carlton. Durante Dort, Hales é descrito como tendo "oferecido boa noite à João Calvino".2 Ele ficou convencido dos méritos do arminianismo ouvindo a defesa de Simon Episcopius da Expiação Ilimitada e exposição de João 3:16.


Thomas Goad (1576-1638): Goad foi um clérigo inglês. Gostava de poesia e foi conhecido por sua habilidade em verso. Foi capelão de George Abbot, arcebispo de Cantuária. Ele foi pároco em vários locais, e também foi chantre (líder da música) na catedral de Saint Paul. Goad foi enviado à Dort pelo Rei James, a pedido do Abade. Goad foi a Dort como um calvinista, mas como Hales, ele foi convencido pelo arminianismo durante o curso do Sínodo. Ele mudou de lado e começou a defender os arminianos. Como resultado, ele perdeu muito prestígio entre seus colegas, e seu nome foi omitido (talvez acidentalmente) dos atos do Sínodo. Após o sínodo, Goad retornou à sua capelania.3


Daniel Tilenus (1563-1633): Tilenus era um huguenote francês (calvinista). Foi professor no Colégio Presbiteriano de Sedan. Foi um calvinista firme, mas já tinha abraçado os Remonstrances pelo tempo de Dort. Arriscando a sua posição em Sedan, Tilenus criticou fortemente o comportamento dos calvinistas em Dort, afirmando que eles tratavam seus irmãos arminianos de acordo com "os métodos dos turcos"4. Como resultado do apoio e identificação com os arminianos, Tilenus foi destituído de sua cátedra em Sedan. Ele se mudou para a Inglaterra, a pedido do Rei James, e se tornou um competente defensor de teologia arminiana.5



(1) The 1917 Harvard Theological Review, Volume 10 Pequena biografia sobre a vida de John Hales.

(2) The Life of John Goodwin por Thomas Jackson, 1872, página 441

(3) Dictionary of National Biography (British) 1885-1900, a entrada do Thomas Goad

(4) Correntes religiosas e correntes cruzadas: ensaios sobre o início do protestantismo moderno, 1999, página 9

(5) Memórias de Simão Episcopius, De Frederick Calder, 1838, página 456


Fonte: Wesleyan Arminian

Arqueólogos israelenses descobrem lagar de 1.400 anos

15 de Fevereiro de 2010

Haaretz

Arqueólogos israelenses disseram nesta segunda-feira que descobriram um lagar de 1.400 anos de idade que era excepcionalmente grande e avançado para a sua época.



O lagar media 6,5 por 16,5 metros e foi descoberto no sul de Israel.

O diretor da escavação Uzi Ad da Autoridade de Antiguidades de Israel disse que o lagar, aparentemente produziu grandes quantidades de vinho que não foi feito para o consumo local.

Ad disse que o vinho poderia ter sido destinado à exportação para a Europa ou Egipto, em seguida, à um grande mercado de exportação.

Um lagar idêntico anteriormente foi descoberto à 20 quilômetros de distância.

A escavação foi realizada em uma área que se tornará em terrenos agrícolas para uma nova comunidade que está sendo construída para os colonos evacuados da Faixa de Gaza em 2005.

Eli Eskozido, o chefe do Conselho Regional de Nahal Soreq, disse que o impressionante lagar que foi descoberto é belo e importante, o Conselho Regional Nahal Soreq vai agir para preservar o local e abri-lo ao público em geral. "

Quarta-feira passada, a Autoridade de Antiguidades de Israel e a Autoridade pra Desenvolvimento de Jerusalém revelou achados arqueológicos da época bizantina que confirmam um antigo mapa de Jerusalém.

O mapa de Madaba, que é feito em mosaico antigo, foi encontrado em uma igreja da Jordânia em Madaba, e retrata a terra de Israel durante o período bizantino.

O mapa de Madaba é a representação mais antiga de Jerusalém, que remonta ás décadas de 60-70 do primeiro século.

Segundo o mapa, a entrada de Jerusalém para o Ocidente era por um grande portão que levava a uma única via central desse lado da cidade, tornando-se a primeira prova conhecida confirmando a existência da rua.


Fonte: Arquaelogy Daily
Foto: Israel MFA

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Pensando com Cristo



“Car Qui a connu la pensée du Seigneur, Pour l’instruire? Or nous,nous avons la pensée de Christ.” 1 Co 2.16 (LSG - Louis Segond 1910)


Já algum tempo venho percebendo a crescente onda de literatura evangélica em nosso país; cada televangelista ou pastor, ou celebridade recém-convertida, ou ex-satanista possui a sua própria editora e/ou gravadora musical para a glória de Deus, é claro. Isto de fato é muito bom, pois demonstra o crescimento de uma cultura evangélica nacional, ou seja, estamos tendo a capacidade de andarmos com nossas próprias pernas em termos de vida cristã diária. Seja através de livros ou músicas estamos produzindo material evangélico tupiniquim para o nosso próprio contexto espiritual. Se quisermos ter uma igreja brasileira saudável é mister que ela mesma possa cuidar das suas próprias necessidades espirituais com o auxílio do Espírito Santo.

Quem poderia imaginar alguns anos atrás que gravadoras seculares estariam abrindo as suas portas para a música gospel? Ou que editoras seculares estivessem imprimindo livros de pastores? Como diz um ditado popular: o mundo dá voltas. Até parece que estamos desfrutando um certo paraíso religioso triunfalista no Brasil, que vamos colocar um presidente crente no poder, que vamos ganhar para Jesus muitos artistas famosos, que vamos ver um televangelista em horário nobre no “plim-plim”, que vamos acabar com tudo que não seja gospel. Porém, cada vez mais que achamos estar perto de um autêntico avivamento lá vem um balde de água fria nos cristãos entusiásticos brasileiros. De quem seria a culpa? O que estamos fazendo de errado? Será que Deus se esqueceu de nós?

Perguntas multiplicam-se, mas as respostas por mais convincentes que sejam não explicam e até ajudam a piorar a situação. Métodos atrás de métodos a fé vem sendo comercializada no mundo dos negócios made in Brazil. Do sentimento pejorativo à banalização da fé evangélica levamos poucos anos, confesso que preferiria ser vítima intolerância religiosa a ser apontado como “mais que vai abrir uma igreja e se dar bem”. O significado de Evangelho diluiu-se, escândalos e mais escândalos emergem no cenário gospel e os cristãos aparentemente reagem com um certo “ar de piedade” (c.f 1 Tm 4.1-2; 6.3-5 e também 2 Tm 3.5; Mt 18.7), mas na realidade poucos são os que tomam a cruz e desafiam os gigantes marajás do evangelho. Seja por medo de retaliação ou por uma real inaptidão muitos se calam e deixam o barco da fé naufragar em mares revoltosos.

Uma compreensão errada de Evangelho está sempre conectada com uma forma ineficiente – até mesmo falsificada – de proclamação da Boa Nova. Creio que as palavras cristão e problemas são duas palavras bem próximas num sentido bem prático, pois engana-se a si mesmo aquele que crê que o mundo nos ama (Jo 15.19), sendo assim, inevitavelmente nós cristãos atraímos problemas e vice-versa. Alguns tentando eliminar os problemas da vida cristã preferiram fazer um mix entre espírito e mundo, o resultado disso foi uma cultura cristã onde as pessoas podem ser perfeitamente cristãs e traficantes, cristãs e estelionatárias, cristãs e promíscuas... E tudo isso à custa da divina graça adquirida na cruz do calvário! Deste modo, não podemos desviar os nossos olhos desta realidade, que todas estas coisas estão acontecendo por causa de uma enorme falta de noção do sacrifício Pascal Cristo. Pessoas intituladas “cristãs” estão fazendo atrocidades em nome do Santo de Israel. O que faremos nós? Faremos como o avestruz que bate as asas de alegria, mas deixa os seus ovos no chão onde podem ser pisoteados (Jó 39.13-18)?

Como dito anteriormente, uma pregação errada gera um evangelho errado, que vai gerar falsas esperanças e consequências desagradáveis àqueles que lhe prestarem fé. Paulo de Tarso escrevendo a uma igreja imoral e dividida apontou as características da sua pregação: “A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana; e, sim, no poder de Deus” 1 Co 2.4-5 ARA. O Apóstolo tinha plena convicção que o fruto de seu trabalho não poderia ser confundido por aquele momento específico, uma vez que o genuíno Evangelho fora plantado em Corinto o fruto teria de ser bom (c.f Jo 15.4-5 e Mt 7.18). Sob esta ótica, por mais bem intencionados em tentar contextualizar o Evangelho a modernidade - por exemplo, ao acrescentarmos brindes divinos como a segurança financeira nas pregações - também corremos o risco de deixá-lo infrutuoso. Por favor! Entendamos que o Evangelho não precisa de uma ajudinha nossa, ele é autossuficiente, pois sobre ele já repousa a operação do Espírito Santo.

Quando os cristãos buscam o “reconhecimento do mundo”, talvez ganhem a reprovação de Deus. Não precisamos competir para alcançar a aceitação dos estratos mais elevados da nossa sociedade, seja isso em termos acadêmicos, políticos ou financeiros. Já somos aceitos por Deus pela fé no Cristo! Se isso basta para a Divindade, porque se preocupar com a aceitação do mundo (1 Jo 2.17)? A história da igreja nos mostra que já fomos apedrejados, crucificados, queimados, degolados, estripados, afogados, dados às feras e mesmo assim o Evangelho progrediu, Deus continuou nos amando e abençoando. Se não procuramos a nossa própria glória, não é porque somos loucos, mas porque temos a mente de Cristo.


Luís Henrique S. Silva – Caxias do Sul, RS
Bacharelando em Teologia - ULBRA


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sábado, 13 de fevereiro de 2010

O Dicionário Calvinista (sátira)

Por Kevin Jackson


Um dicionário para ajudar a compreender melhor a terminologia arminianos calvinista. (Não levem isto muito a sério, isso é apenas uma boa brincadeira).


Todos: Os eleitos


Chamado ao Altar: Um insulto a Deus


Arminianismo: Teologia centrada no homem


Segurança: Esperança que você seja eleito


Agostinho: O primeiro pai da igreja.


Calvinismo: O evangelho


Chamada (eficaz): Ser irresistivelmente arrastado


Chamada (geral): Justificação de Deus para condenar os réprobos.


Catolicismo: O que leva ao Arminianismo.


Compatibilismo: Somos livres para fazer tudo aquilo que o Oleiro nos decretou a fazer.


Contradição: Um mistério


Doutrinas da Graça: Termo que ajuda a ilustrar como Deus nos tem dado um discernimento calvinista superior. Exemplo usual: "Eu era um arminiano antes de ser iluminado pelas doutrinas da graça".


Doris Day: Cantora da verdade


Propósito: Arrastar


Simples crendice: A falsa ideia de que você pode acreditar em Jesus Cristo e ser salvo. Pode um cadáver podre acreditar? Não, não pode.


Eisegesis: Qualquer interpretação arminiana de uma passagem difícil (obrigado Ben)


Emergente: Sinônimo de "herege", a menos que o seu nome passe a ser Mark Driscoll.


Esaú: Deus odiou alguém sem uma boa razão.


Todo o Mundo: Somente os eleitos.


Exegese: Qualquer interpretação de James White, afinal ele é um sábio grego.


Fé (1): Algo que os eleitos são convertidos depois da regeneração.


Fé (2): Uma obra que dá orgulho aos arminianos.


Fatalismo: Nada a ver, saia daqui.


Finney, Charles: Perverso que (realmente) destruiu o movimento evangélico e que é supostamente um exemplo normativo de arminianismo conforme o Westminster Theological Seminary.


Presciência: Decreto ou amor, absolutamente nada a ver com saber antes.


Calvinista de quatro pontos: Um arminiano


Frankenstein: Uma boa história sobre um monstro morto que se moveu com um raio e, em seguida, tornou-se vivo. Grande paralelo com a forma de sermos regenerados.


Livre-arbítrio: Algo que não pode existir porque tornaria Deus impotente caso seja verdade. Alternativamente, ser livremente participante de um destino.


Glória: Elogio que damos a Deus por qualquer coisa má que nunca tenha acontecido (exceto para o nascimento de Charles Finney).


Vontade secreta de Deus: Salvar alguns poucos e reprovar o resto (segredo para arminianos, mas não para nós).


Vontade revelada de Deus: Um mistério


Evangelho de João: qualquer coisa por John Piper


Hebreus: Passe desse livro e leia o Evangelho de João em seu lugar.


Hiper-Calvinistas: Calvinistas que se preocupam mais com a coerência do que olhar bem.


Infralapsarianismo: Consulte "calvinista de quatro pontos".


Danação infantil: Algo que traz glória à Deus.


Tiago: Livro que Lutero queria ter jogado para fora do cânon.


Jesus Me Ama, Isso Eu Sei: Canção infantil enganosa.


Jesus Ama as Criancinhas: Outra canção terrível, obviamente escrita por alguém que não teve tempo para fazer uma boa exegese da Escritura.


João 3.16: Versículo enigmático. É preciso ser um estudioso para compreender corretamente essa passagem. O discernimento imparcial de James White é recomendado.


Kosmos: Palavra grega que significa "eleitos".


A Bíblia Viva: Espero que você esteja brincando.


Missões: Uma completa perda de tempo consulte "chamado ao altar" para obter mais informações.


Mistério: A maneira como Deus decreta o pecado, mas não é responsável por ele.


NVI: Palavra que traduz o pensamento é heresia.


Paulo: Autor de Romanos 9.


Pelagiano: Nome para chamar os arminianos, pontos extras se eles não sabem o que significa.


Polêmica Ateísta: Outro nome para chamar os arminianos e uma boa tática diversionista quando o apelo para John Owen não funciona.


Pregar o Evangelho: Alguma coisa que Deus manda, mas o motivo é um mistério.


Soberba: Algo que as obras baseadas nos arminianos têm em abundância, mas nós calvinistas não temos após termos sido escolhidos por Deus.


Regeneração: Consulte "Frankenstein".


Réprobo: Aqueles a quem Deus condena justamente para maximizar a Sua glória.


Rick Warren: Autor sem valor, leia alguma coisa de John Gill em vez disso.


O Caminho para Roma: Lugar aonde o sinergismo sempre conduz.


Robô: Não diga essa palavra!


Servetus: Um herege que teve o que merecia.


Naufrágio: Termo enganador, porque o "barco" realmente estava flutuando em primeiro lugar.


Soberania: meticulosa microgestão.


Supralapsarianismo: Deus orquestrou a queda para sua glória, a verdade central da escritura.


Wesley, John: Um falso apóstolo do livre-arbítrio (agora sem brincadeira)


Whitefield, George: Superior a Wesley


Todo aquele que: Os eleitos


Mundo: Os eleitos



Fonte: Evangelicals Arminians

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Palestinos encontram tesouro de moedas antigas em Gaza




CIDADE DE GAZA - O Ministério de Turismo e Antiguidades em Gaza anunciou na segunda-feira a descoberta de artefatos antigos perto da fronteira egípcia em Rafa.

"A descoberta mais importante foram as 1.300 moedas antigas de prata, tanto grandes como pequenas", disse Mohammed al-Agha, ministro de Turismo e Antiguidades no governo islâmico.

Ele disse que os arqueólogos descobriram também um moedor de basalto negro, uma moeda com uma cruz gravada, e os restos de muros e arcos que acreditasse terem sido construídos em 320 a.C.

Eles também descobriram um "compartimento" subterrâneo misterioso com uma entrada bloqueada que parece ter sido uma tumba, disse Agha.

A Autoridade Palestina vem realizando escavações arqueológicas desde 1990, mas esta foi a primeira grande descoberta a ser anunciada pelo Hamas.

O movimento islâmico tomou o controle do empobrecido território costeiro em junho de 2007, quando expulsou as forças leais a Banda Ocidental Palestina do presidente Mahmud Abbas.

A escavação arqueológica, ainda em curso, está perto de onde uma vasta rede de túneis de contrabando abastecia uma economia vital entre israelenses e egípcios obrigou-se a fechar após a aquisição.


Fonte: Google

Al Qaeda convoca “guerra santa” contra judeus e cristãos no Iêmen



Em gravação publicada hoje na internet, a facção no Iêmen da rede terrorista islãmica Al Qaeda pediu aos muçulmanos da península Arábica que iniciem uma jihad, ou guerra santa, a fim de eliminar os cristãos e judeus na região e atacarem os interesses americanos em todo mundo. A gravação foi divulgada em um site islâmico frequentemente usado por grupos extremistas.


“Vocês não têm outro caminho a não ser a jihad”,


disse o segundo homem na hierarquia do grupo no país, Saeed al Shehri, um ex-detento da prisão americana de Guantánamo, em Cuba.

As atividades dos extremistas no Iêmen chamaram a atenção mundial depois que a rede Al Qaeda no país reivindicou responsabilidade pela tentativa fracassada de explodir o voo 253 da Northwest Flight nos EUA no Natal de 2009. Segundo analistas existe a possibilidade de que o Iêmen se torne um novo estado base para a Al Qaeda no Oriente Médio devido a uma rebelião xiita no norte e a existência de um movimento separatista ao sul do país. A família paterna de Osama Bin Laden, saudita e líder supremo da rede terrorista, é do Iêmen.

Agentes da Al Qaeda teriam sido capturados na última semana na Cisjordânia, onde estariam se preparando para cometer atentados contra Israel, no entanto a Autoridade Palestina nega esta notícia.


Fonte: O Verbo
Foto: Ynetnews

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A Cristologia de Armínio


Por William Birch

Uma justificação e, portanto, a expiação diante de Deus é realizada por uma fé em e união com Jesus Cristo (que é semelhante à doutrina calvinista e muito diferente da doutrina católica romana). A seguir está o que Armínio ensinou sobre a união dos fiéis com Cristo:

I. Como Cristo é constituído pelo Pai, o Salvador dos que creem que, sendo exaltado no céu à destra do Pai, comunica aos crentes todas as bênçãos que ele tem solicitado da parte do Pai, e que ele obteve por sua obediência e súplica; entretanto, a participação das bênçãos não pode ser totalmente comunicada, senão onde tenha previamente acontecido uma união ordenada e adequada entre aquele que comunica e aqueles a quem essa comunicação foi feita; é então necessário tratarmos, em primeiro lugar, sobre a união de Cristo conosco, por conta de ser o efeito primário e imediato dessa fé pela qual os homens creem nele como o seu único Salvador.

II. A verdade de tal coisa e da necessidade dessa união foi intimada pelos nomes com que Cristo é marcantemente distinguido em uma certa relação aos crentes: Esses são os títulos [o ato de chamar pelo nome] de Cabeça, Esposo, Fundação, Vinha e outros de gênero similar. Do qual, por outro lado, os crentes são chamados de membros de seu corpo, que é toda a igreja dos crentes, a esposa de Cristo, pedras vivas construídas sobre ele, e rebentos ou ramos: Por estes epítetos está marcada a união mais próxima e íntima entre Cristo e os crentes. [1]

Um dos aspectos da teologia de Armínio que eu mais aprecio é a sua atenção dada à união com Jesus Cristo. Isto afeta a eleição, a predestinação, a expiação, a justificação, a santificação e a perseverança dos que estão em união com ele. Como Jesus, em termos inequívocos, condicionalmente afirma: "Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda.” (João 15:1-2 ARA). Ele ainda insiste: "Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam." (João 15:6 ARA).

O apóstolo Paulo informa o crente da mesma coisa: "Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas, para contigo, a bondade de Deus, se nela permaneceres; doutra sorte, também tu serás cortado." (Rom. 11:22 ARA). A teologia de Armínio é centrada na Bíblia e cristológica por natureza. Ele continua:


III. Podemos definir ou descrever ser isso espiritual e mais estrito e, portanto, conjunção misticamente essencial, pelo qual os crentes, sendo imediatamente conectados, por Deus Pai e Jesus Cristo através do Espírito de Cristo e de Deus, com o próprio Cristo e através de Cristo com Deus, tornam-se um com ele e com o Pai e são feitos participantes de todas suas bênçãos, para sua própria salvação e para glória de Cristo e de Deus. [2]

Note que Armínio não se acovarda de admitir uma medida de mistério na união do crente com Deus Pai através de Jesus Cristo. Certamente deve haver alguma medida do mistério da fé cristã, pois nem tudo nos foi revelado. No entanto, muito mistério em uma teologia se presta a promover "uma ignorância persistente do que é factual, coerente, e verdadeiro à luz de como a palavra de Deus relata sobre a evidência da vida.” [3] Assim, o crente deve manter um equilíbrio sobre a noção do mistério, ou ele ou ela vão acabar por não saber muita coisa. Armínio continua:


IV. O autor desta união não é só Deus Pai, que constituiu seu filho o Cabeça da Igreja, revestiu-lhe com o Espírito sem medida e une os crentes ao seu Filho; mas também Cristo, que comunica aos crentes esse Espírito que obteve do Pai, para que, aderindo a ele pela fé, [os crentes] possam ser um Espírito. Os administradores são profetas, apóstolos e outros despenseiros dos mistérios de Deus, que estabelecem a Cristo como o fundamento e trazem a sua esposa para ele.

V. As partes a serem unidas são: 1) Cristo, por quem Deus Pai constituiu o Cabeça, o Esposo, a Fundação, a Videira, etc., e a quem deu toda a perfeição, comunicando-lhe pleno poder e comando: 2) E o homem pecador que estava destituído da glória de Deus, agora um crente e tendo Cristo por seu Salvador.

VI. O vínculo de unidade deve ser considerado tanto por parte dos crentes quanto da parte de Deus e de Cristo. (1) Por parte dos crentes, é a fé em Cristo e em Deus, pela qual Cristo é dado para habitar em nossos corações. (2) Na parte de Deus e de Cristo, é o Espírito de ambos, que flui de Cristo que foi constituído Cabeça dos crentes, para que ele possa uni-los como membros.

VII. A forma de união é consecutivamente uma compactação e articulação, que é ordenado, harmonioso e em toda a parte concorda com si por articulações fornecidas de acordo com a medida dos dons de Cristo. Este conjunto recebe vários títulos, de acordo com as várias similitudes que já citamos. No que diz respeito a fundação e a casa construída em cima dela, é um ser construído em [uma casa espiritual]. Com relação ao marido e a mulher, é uma participação de carne e ossos. No que diz respeito a videira e seus ramos. . . é uma enxertamento e implantação.

VIII. O Final próximo e imediato é a comunhão das partes unidas entre si; o que também é um efeito consequente dessa união, mas ativamente entendido conforme flui de Cristo; e positivamente, conforme flui aos crentes e é recebido por eles. A causa disso é que a relação é de disquiparidade [longa elaboração] onde o fundamento é Cristo, que possui todas as coisas e nenhuma necessidade tem, o Termo ou Limite é o crente na carência de tudo. O Fim Remoto é a salvação eterna dos crentes e da glória de Deus e de Cristo.

IX. Mas não só Cristo comunica as suas bênçãos aos fiéis que estão unidos a ele, mas considera igualmente, em virtude desta união mais íntima e próxima, que as coisas boas concedidas e os males infligidos sobre os crentes são também feitos a si mesmo. Por isso, surge comiseração [simpatia] por seus filhos e certo socorrer [assistência]; porém ira contra aqueles que afligem, que permanece sobre eles até se arrependerem; e beneficência [boa generosidade] para aqueles que tenham dado mesmo um copo d’água fria em o nome de Cristo a um de seus seguidores.[4]



Notas:

[1] James Arminius, "Seventy-Nine Private Disputations: Disputation XLVI. On the Communion of Believers with Christ, and Particularly with His Death," em The Works of Arminius, três volumes, trad. James Nichols (Grand Rapids: Baker Book House, 1986), 2:401-02.

[2] Ibid., 2:402.

[3] Udo Middlemann, The Innocence of God (Colorado Springs: Paternoster Publishing, 2007), 27.

[4 ]Arminius, 2:402-03.

Fonte: Evangelicals Arminians