quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Pastor Pentecostal Espancado e Preso na Índia

Um pastor pentecostal no sul do estado indiano de Karnataka foi preso por acusações de conversão forçada no domingo.

Pastor Shivanda Siddi, 45 anos, foi detido enquanto realizava um culto de adoração na Igreja Assembleia de Deus de Gnanodaya, informou o Conselho Global de Cristãos Indianos.

De acordo com o grupo de defesa, cerca de cinco pessoas pertencentes a uma organização extremista hindu interrompeu o culto e começou a atacar fisicamente o pastor.

"Os radicais humilharam o pastor, rasgando as suas roupas e batendo nele na frente dos fiéis. Depois de bater no pastor por cerca de meia hora, eles chamaram a polícia na estação de Yellapur ", informou o CGCI.

O pastor bem como sete mulheres, incluindo duas meninas com idades entre 10 e 11 anos, teriam sido presos pela polícia.

O CGCI informou que o pastor foi "espancado novamente pelos radicais na frente dos policiais."

Após a intervenção do CGCI, a polícia liberou as mulheres. No entanto, o pastor foi indiciado sob a Seção 295 do Código Penal , tendo sido posteriormente enviado para a prisão Sirsi.

Pastor Siddi ministrou entre tribos na Vila de Umachagi, concelho de Mundgod, nos últimos cinco anos.

A detenção surge poucos meses depois de dois outros pastores da Assembleia de Deus ser agredidos com barras de ferro por um grupo de pessoas desconhecidas em Karnataka. O pastor Shiju Kuriakose, 35 anos, e o pastor Jayan, 30 anos, tinham acabado de orar quando foram atacados.

Até agora em 2010 houve 106 incidentes de perseguição na Índia e 37 ocorreram em Karnataka, isto conforme o relatório semestral da Associação Evangélica da Índia sobre grandes incidentes de violência anti-cristã. No ano passado, houve pelo menos 152 ataques contra cristãos .

Há cerca de 25 milhões de cristãos (cerca de 2,3 por cento da população) na Índia. A maioria da população da Índia é hindu.


Fonte: Christian Today

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Reflexão Sobre Jesus na Arte



Antes de dissertarmos sobre Jesus na arte é necessário termos em mente alguma definição sobre arte. A definição que iremos seguir relaciona-se com a capacidade humana de manifestar alguma ideia ou propósito para uma coletividade, seja isto através da pintura, literatura, música... Dentro desta esfera podemos dizer que a primeira forma de manifestação artística sobre Jesus é a própria Bíblia, em especial o Evangelho contido de modo quadrangular no Novo Testamento. Não podemos dizer que este Jesus é apenas o resultado de um esforço humano em caracterizá-lo, como os liberais o fazem, contudo, nem um esforço meramente divino, como os esotéricos o fazem. Deveras, este Jesus é a cooperação entre o divino Espírito e a capacidade humana (i.e artística) de representar algo ou alguém. Embora haja diferentes teologias de como cada evangelista tenha pintado Jesus nos papiros originais, podemos perceber de forma mais ampla que Jesus (i.e o Jesus artisticamente autorizado pelo Espírito Santo) sempre demonstra-se uma figura contraditória, seja por causa de sua afirmação de ser divino, por causa de sua vida piedosa ou por causa de sua teologia. Porém, fisicamente ele não causou nenhuma reação inesperada por parte dos expectadores, era reconhecido como judeu (Jo 4.9), teve de ser reconhecido por um beijo (Mt 26.48), mesmo após a ressurreição não despertava interesse estético (Lc 24.15), sendo até confundido com um jardineiro (Jo 20.15). Não é a aparência de Jesus motivo de admiração, mas o seu Ser o é. Artisticamente inspirados pelo Espírito Santo este é o Jesus pintado pelos evangelistas no cântico escatológico de Apocalipse 5.9: “Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação”.

Contudo, a natureza humana não poderia deixar de fazer as suas próprias interpretações de quem é Jesus. Isto se manifestou primeiramente nos grupos que ficariam conhecidos posteriormente como gnósticos, eles poetizaram Jesus no molde das mitologias gregas, fazendo de Jesus mais um semideus impessoal e não o Deus encarnado em prol de uma humanidade pecadora. Até mesmo a falta de um corpo físico fora assimilado por estes grupos, e isto devido às suas convicções filosóficas (cf. 2Jo 1.7). Isto é o que podemos encontrar, sucintamente, no mundo neotestamentário sobre Jesus na arte, seja ela na cooperação humano/divina ou apenas humana.


Prosseguindo e deixando o tempo no qual foi escrito o Novo Testamento, a igreja por sua vez também não deixou de manifestar artisticamente o seu Senhor e Salvador, por ora, algumas vezes a igreja tenha cedido “à tentação” de honrar mais a criação do que o Criador a arte empregada foi e continua sendo puro dom de Deus a serviço do Reino, mesmo tendo os súditos distorcido o propósito original. Dentro deste quadro de dom dado por Deus versus depravação humana a imagem do Salvador foi reconstituída pela igreja conforme as suas tradições locais. Não é de se admirar que Jesus fosse loiro de olhos azuis para os bárbaros que invadiram Roma, ruivo de pele sardenta para os chiprenses e moreno de tez bronzeada para os egípcios. Estas são as três tradições que há na igreja sob o império romano. Entretanto, outras figuras além dos muros do império romano foram formadas, os cristãos ortodoxos etíopes em seus evangelhos iluminados não tem medo de retratar o menino Jesus aos braços de Maria com pele negra e ambos com um penteado Black-Power de fazer inveja aos Jackson’s Five, e isto para o escândalo dos cristãos europeus que mesmo possuindo um cristianismo mais recente do que os etíopes (At 8.27) creem obstinadamente que são mais prudentes em seu retrato de um Jesus Cristo histórico. Para os antigos cristãos nestorianos chineses e também para os atuais católicos romanos chineses Jesus tem olhos puxados e pele amarela.

Jesus deste os tempos da igreja primeva e até o presente tempo foi adaptado para as condições geográficas onde a fé cristã foi estabelecida. Talvez numa ânsia por um Jesus menos estrangeiro e mais camarada algumas modificações tenham sido interessantes e provocaram bons resultados ao longo de um prazo maior. Porém, a adaptação sempre dá a oportunidade para a aniquilação de uma verdade e a fixação de uma mentira, dentro dessa ótica a igreja nunca foi uma adaptadora da figura de Jesus, mas sempre uma perpetuadora daquilo que foi recebido no Evangelho. Contudo, desde as primeiras representações de Jesus nas catacumbas o elemento da adaptação está fortemente presente (cf. Em o Bom Pastor – Catacumba de São Calisto – Jesus é uma adaptação do Hermes Kriophoros), creio que não mudando ou substituindo essencialmente Jesus, mas tornando-o uma figura relativamente mais próxima. O que não é saudável é perdermos Jesus para ficarmos com a arte, pois a finalidade da arte é ser uma facilitadora da proclamação cristã e não o contrário.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

A Influência de Armínio Sobre a Teologia Americana


O que se segue é parte da apresentação de Gerald O. McCulllooh no Simpósio Armínio na Holanda, Agosto de 1960. Ele declarou que se sentia honrado por narrar sobre influência da teologia do grande teólogo holandês Jacó Armínio, notando como as “discussões e disputas que exerceram grande influência na formação do cristianismo protestante na Holanda, Inglaterra e America [podem] ser ouvidas novamente, alertando contra a negligência ou erros doutrinais e guiando a novas compreensões da verdade cristã.”[1] McCulloh escreveu o seguinte.

Na educação teológica e no desenvolvimento pessoal de uma pessoa que se prepara ao ministério da igreja, as ênfases de Armínio sob a vontade de Deus em Cristo para redimir todos os homens, e qual é a parcela de responsabilidade que repousa sobre o cristão na vida sob a graça da santificação, são essenciais no equipamento intelectual e espiritual do homem...

Entre os primeiros colonos do novo mundo estavam os puritanos da vila de Scrooby que, após um período de resistência na Holanda, se estabeleceram na colônia de Plymouth em 1620. Eles tinham vindo de uma parte da Inglaterra que foi profundamente marcada com a reação puritana contra o anglicanismo (High-Church) de Tiago VI, Carlos I e do Arcebispo Laud. William Warren Sweet em The Story of Religion in America caracteriza a parte da Inglaterra na qual os primeiros colonos vieram como:

“A fortaleza do puritanismo... O distrito wool-growing, em estreito contato com o continente, e especialmente com os Países Baixos Unidos, que tinham se tornado um dos principais centros do calvinismo. A Universidade de Cambridge foi o centro intelectual dessa região, e muitas congregações tornaram-se completamente puritanas sobre a influência do clero educado em Cambridge... Os líderes da Nova Inglaterra foram homens de Cambridge.”

De vinte a trinta mil pessoas emigraram dessa região num breve período de 1628 a 1642 para se estabelecerem na Nova Inglaterra.

O desenvolvimento das ideias e instituições religiosas na Nova Inglaterra não foi, contudo, um estabelecimento claro e incontestável do calvinismo precisamente naquela parte do assentamento colonial. Durante os primeiros anos de vida em meio aos rigores e privações do Novo Mundo, a severidade da doutrina dos puritanos permaneceu firme. Frank Hugh Foster em A Genetic History of New England Theology fez a seguinte observação:

“Os primeiros puritanos tinham certeza, em seus próprios corações, que eles eram eleitos de Deus, encontra-se a doutrina [da eleição] necessária para sustenta-los em lutas tremendas pelas quais eles passaram... Por isso a doutrina ganhou maior atividade; ela produziu um efeito semelhante durante o primeiro período de promulgação do calvinismo.”

Na inspeção da absoluta soberania de Deus e de seu ser guiado pelas suas mãos eles sobreviveram e mantiveram a fé genuína dentro de suas próprias famílias. Eles criaram uma comunidade da Bíblia com as leis da Escritura sendo administradas como as leis das relações civis.

Mas em sua vida de fronteira com a adição de novos imigrantes e o toque de comércio, eles se acharam confrontados com uma nova necessidade. Esses homens de fé que realizaram grandes propósitos e estabeleceram altas demandas sob suas famílias e seus ministérios, foram confrontados com uma tarefa missionária.

O correlativo calvinista da absoluta soberania de Deus é a incapacidade humana. Os fiéis descobriram homens que não permaneciam como um eleito de Deus, que preferiam a sua fronteira libertina à persistente moralidade puritana, a doutrina da incapacidade do homem simplesmente confirmou-lhes em sua confortável aceitação de sua obstinação. Para alguns que se esgotaram sob as demandas puritanas, a baixa estimativa de sua capacidade estava de acordo com a avaliação de si próprio.

Quando a incapacidade foi pregada a homens que não estavam conscientes que eram os eleitos, quando a espera passiva à graciosa libertação de Deus foi incutida sob homens à quem a maré de eventos não mais forçava a atividade em desgosto de si mesmos e de suas teorias, se produziu lentidão, apatia, auto-desconfiança, desespero. Nunca foi um bom caminho induzir homens ao arrependimento dizendo-lhes o que não podem fazer.

“A doutrina da incapacidade, então, pregou como esvaziar as igrejas, desencorajando o arrependimento e a fé,” causou um sério declínio na totalidade de comunidades das igrejas.

Em 1648 apareceram divergências doutrinais dentro do aparente corpo homogênio do calvinismo da Nova Inglaterra. No Sínodo de Cambridge, o puritanismo foi deliberadamente rejeitado em favor de uma livre abordagem à fé e as Escrituras. “A Confissão de Fé de Westminster não foi feita obrigatória em igrejas individuais.” A confiança cristã primeva nas Escrituras como um guia de fé e ordem, dentro do contexto de liberdade que estava no ar do Novo Mundo, prevaleceu.

Houve tolerância aos dissidentes – enfatizar moralidade mais que pureza de doutrina – e uma básica, quase individualista, confiança na orientação das escrituras, o que tornou virtualmente impossível manter por muito tempo uma “eclesiocracia” de um tipo Católico Romano ou protestante europeu...

Na cena americana houve também um forte senso de individualismo que achou a ênfase arminiana sobre liberdade e a responsabilidade moral paralela pela procura de fronteira sobre a saída individual, a atitude firme de vida e a terra que se possuiria. Essa qualidade do arminianismo tem sido notada por Parrington como uma das razões de sua importância no cristianismo americano: “O arminianismo carrega um significado social maior que a sua importância teológica: era uma expressão do ideal de responsabilidade individual que emergiu da decadência do sistema feudal...”

Com a virada da maré política em favor do domínio puritano na Inglaterra, foram os anglicanos que deixaram sua terra natal em grandes números para se estabelecerem em Virgínia, Maryland e as Carolinas. Estes colonos, como seria de se esperar, trouxeram consigo o ponto de arminiano e influencias que tinham sido aceitas pela parte da Alta-Igreja da Igreja da Inglaterra...

A influência da doutrina arminiana de santificação sobre o movimento de avivamento americano é claro e vital. Isto era realidade em várias comunhões denominacionais, como por exemplo, no congregacionalismo através de Nathaniel W. Taylor em Yale e Charles G. Finney no Colégio Oberlin e na ênfase holiness no metodismo...

Durante o segundo quarto do século vinte a teologia americano tomou um rumo diferente. O avivamento teológico converteu o interesse dos escolásticos cristãos novamente a Lutero e Calvino. Sob a influência da otimista neo-ortodoxia humanista, iniciou uma rendição à uma visão amplamente proclamada de homem e de pecado. Embora o homem não seja necessariamente um pecador, mas inevitavelmente pecador, pois ele é apenas uma vítima da sua condição humana. O homem pode fugir da sua situação somente através da justificação pela fé. A fé não é uma resposta em que o homem tem um papel ativo e determinante. É um estado no qual ele é transformado por um gracioso ato de Deus... O homem passou a ser visto como uma criatura em disjunção absoluta do seu Criador.

A visão doutrinal de Calvino é muitas vezes citada e proclamada. Porém Armínio apela à razão e tolerância; é sua a insistência sobre a dignidade e liberdade do homem como nascido sobre uma graça preveniente;... é sua a visão de responsabilidade do homem perseverar na fé e obediência, embora capaz de apostatar, a culpa e o perecer são consequências do seu próprio fracasso, e não da culpa de Adão; é seu o reconhecimento do verdadeiro lugar da certeza da presente salvação; e é sua a crescente vocação como retidão individual e social na experiência de santificação – tudo isso é abrandado.

A voz da inspiração reclamante [i.e protesto] contra uma soberania divina absoluta e incondicional, expiação limitada, graça irresistível – essa voz não é ouvida na terra. O nome de Armínio é quase completamente ausente das tabelas de conteúdos ou dos índices dos mais recentes trabalhos lidos em teologia. Na teologia americana o momento é oportuno para um novo remonstrance.[2]

Notas:

[1] Man's Faith and Freedom: The Theological Influence of Jacobus Arminius, ed. Gerald O. McCulloh (Eugene, OR: Wipf & Stock Publishers, 1962), 64-65.

[2] Ibid., 65-79.



Fonte: Society of Evangelical Arminians

sábado, 18 de setembro de 2010

Israelenses descobrem camarote do rei Herodes



Foi divulgado na quarta-feira (15), pelo jornal "The Jerusalem Post", que arqueólogos da Universidade Hebraica de Jerusalém descobriram o camarote do teatro do rei Herodes (aproximadamente 73 a.C.-1 a.C.).

As escavações revelaram o teatro em 2008. Construída durante um período de luxo, a peça mede cerca de oito metros e ficava na parte superior da edificação.

O Museu de Israel planeja abrir os sítios arqueológicos para a visita em 2011.

O espaço provavelmente recebia hóspedes do rei, seus amigos e familiares.

Ao menos os que ainda estavam vivos: Herodes assassinou membros de sua família, massacrou rabinos e, mesmo cercado de bajuladores, dificilmente possuiu algum amigo verdadeiro.


Fonte: Folha Gospel

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Arqueólogos franceses: A mais antiga escultura de falcão do mundo foi descoberta na Síria

Por M. Nassr

Terça-feira, 14 de Setembro de 2010. 16:23



Síria (Damasco) - Síria, arqueólogos franceses descobriram a mais antiga escultura de falcão do mundo, que remonta ao décimo milênio a.C, é a reportagem do Global Network Arab de acordo com a al-Baath Newspaper, uma estatal síria.

A Direção-Geral de Antiguidades e Museus do Ministério da Cultura disse Sana que a escultura de falcão foi descoberta durante os trabalhos arqueológicos na área de Belaas, Hama, Síria central.

A Direcção afirmou que a descoberta prova que a Síria é o primeiro a usar o falcão como símbolo oficial da República Árabe Síria.

A descoberta ocorreu durante as escavações da expedição conjunta sírio-francesa, isso prova que o falcão sírio é 5 milênios mais antigo do que todas as outras esculturas, o que prova, em contrapartida, o papel histórico da região onde a escultura foi criada pela primeira vez e depois se espalhou para o mundo inteiro junto com outros aspectos da cultura dos sírios na contribuição para a cultura humana.

(al-Baath Newspaper, SANA)


Fonte: Global Arab Network

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Pelagianismo: Um Modelo Monergista de Redenção

Pelagianismo: Um Modelo Monergista de Redenção


Enviado por Martin Glynn

“Pelagianismo? Monergista? Martin, eu acho que você precisa reavaliar suas definições."

Não, é verdade! Para aqueles que leem principalmente a literatura calvinista da internet, a palavra "monergismo" é entendida como sinônimo de determinismo. No entanto, o termo significa especificamente que as ações (energia) só partem de um sujeito nos processos de redenção e santificação. O processo envolve as duas partes: Deus e o ser humano. Portanto, monergismo é qualquer sistema de crença que vê cada uma das partes como o único ator efetivo no processo, seja ele Deus (Calvinismo/Agostinismo) ou humana (Pelagianismo).

Portanto, fico chocado quando muitos calvinistas parecem louvar o monergismo como se o conceito, por si só, justificasse a superioridade do Calvinismo. A verdade da questão é, ao meu parecer, que a maioria dos calvinistas simplesmente pensam monergisticamente. Muitos creem que o processo deve ser só de Deus ou só do homem, e se nós não dizemos que isso é só de Deus, isto equivale a dizer que é só do homem.

Isso não é verdade.

Aqui está a verdade sobre o assunto:


Pelagianismo: Monergista: Crê que o homem inicia e conclui o processo de redenção e santificação por viver um tipo de vida modelada por Cristo.

Semi-pelagianismo: Sinergista: Considera que o homem inicia o processo de redenção, mas ele é concluído pela ajuda de Deus e do sacrifício redentor de Cristo.

Semi-agostinismo (Arminianismo): Sinergista: Acredita que Deus inicia o processo de redenção, e conclui este nas pessoas que respondem ao seu chamado inicial.

Agostinismo (Calvinismo): Monergista: Acredita que Deus inicia e conclui o processo de santificação e redenção de um grupo seleto de pessoas.

Aqueles que louvam o “Monergismo” e condenam o "Sinergismo” fazem isso sem entender os termos. Tanto o Pelagianismo (uma teologia monergista) quanto o Semi-Pelagianismo (uma teologia sinergista) são heréticas, e tanto o agostinismo (uma teologia monergista) quanto o Semi-agostinismo (uma teologia sinergista) caem confortavelmente dentro dos limites da ortodoxia.

Veja o Dicionário Oxford da Igreja Cristã para colaborar definições dos termos

Para ir ao post original, clique aqui.




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Templo moabita com mais de 3 mil anos é descoberto na Jordânia


EFE - EFE

A localização de um templo moabita de 3 mil anos foi anunciada pelo Departamento de Antiguidades jordaniano, que classificou a descoberta como uma das mais importantes da Idade do Ferro (que se estendeu de 1.500 a 27 a.C.).

ReproduçãoA estela de Mesha, inscrição do Reino de Moab encontrada no século 19No templo de três andares e cuja construção, acredita-se, tenha ocorrido entre o período 1.200 e 600 a.C. foram encontradas mais de 300 peças. A análise indica que existe a possibilidade de a construção fazer parte de um centro político e religioso do reino de Moab, como detalhou o diretor do departamento jordaniano, Ziad Saad.

Em comunicado, Saad sustenta que a descoberta foi feita no mês passado por uma equipe do Departamento de Antiguidades jordaniana e a universidade La Sierra, dos Estados Unidos.

Entre as peças destaque para uma estátua com cabeça de touro do deus moabita, além de recipientes, lâmpadas e altares de rituais religiosos.

A descoberta ocorreu próximo à cidade de Dibã, a 50 quilômetros ao sul de Amã.

"A Idade de Ferro foi um grande e importante período histórico e político no qual reinos fortes alcançaram inúmeros avanços tecnológicos", disse o diretor do Departamento de Antiguidades.

Acredita-se que os moabitas eram tribos do povo cananeu que se estabeleceram na margem do rio Jordão no século 14 a.C. Seu reino chegou ao fim com a invasão persa, por volta do século 7 a.C.


Fonte: O Estadão

Mais fotos em: Bibleplaces.com

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Vídeo: Polícia não faz nada enquanto ativistas homossexuais aterrorizam criancinhas em comício pró-família nos EUA


(Por Kathleen Gilbert) PROVIDENCE, Rhode Island, EUA — Desimpedidos pela polícia, um pacífico comício pró-vida acabou virando caos no domingo depois que um exército de ativistas homossexuais abafou aos gritos os apresentadores, gritava insultos e até fez de alvo de importunações as criancinhas de famílias que haviam vindo em apoio ao casamento entre um homem e uma mulher.

Um grupo organizado pela organização Ação Queer de Rhode Island começou a recitar em voz alta canções através de alto-falantes enquanto ia se aproximando do comício, organizado pela Organização Nacional em Defesa do Casamento (ONDC) como parte da Turnê Verão em Defesa do Casamento 2010, em frente do prédio do governo estadual.

Mas, de acordo com Brian Brown, diretor executivo da ONDC, ficou claro que “não ia ser uma contra-manifestação normal” quando a multidão de 250 gays, vestidos de camisetas vermelhas, “continuava avançando” até que a polícia abriu espaço e permitiu que a multidão que estava aos gritos invadisse a plataforma e o palanque do comício — pelo qual a ONDC havia obtido uma permissão do governo.

“Nunca vi nada assim, e estou envolvido na questão do casamento há 15 anos”, Brown disse para LifeSiteNews.com. O vídeo do evento (assista logo abaixo) mostra os manifestantes gays gritando a centímetros da face de Brown enquanto ele tenta continuar a apresentação.



Além disso, disse ele, os manifestantes “começaram a zombar e importunar as famílias que estavam ali” e até mesmo claramente fazendo as crianças de alvo com gritos e palavrões — tratamento, disse Brown, que deixou várias crianças, inclusive seus próprios filhos, chorando e perguntando se elas estavam em segurança. “O que eles estavam tentando fazer era nos assustar e assustar as criancinhas”, disse ele. “Foi algo muito ilegal e inacreditável… Sei que meus filhos estavam chorando, outras crianças estavam chorando também. Eles literalmente choraram até o final, perguntando se ia ficar tudo bem com eles”.

Um incidente horroroso apanhado em vídeo mostra um manifestante apontando (fora das câmaras do noticiário) e gritando iradamente: “Melhor ficarem de olho nesse menino ou vamos raptá-lo!” Outros gritavam diretamente para crianças de 4 anos de idade, chamando-as de “fanatiquinhos da mamãe” e outros insultos, disse Brown.

Apesar de sua determinação de finalizar o comício, Brown expressou profunda preocupação com o evento. “Tenho de lhes dizer, eu estava preocupado que o evento estava em completa insegurança”, ele disse. “Os olhares das faces dos homossexuais… eles pareciam querer nos machucar. O que eles disseram basicamente estava deixando claro o que eles queriam fazer. Tudo o que eles puderam fazer eles fizeram para amedrontar nossos apoiadores… As pessoas estavam com medo. As pessoas estavam muito preocupadas com sua própria segurança e a segurança de seus filhos”.

Os participantes do comício pró-família, comentou ele, permaneceram pacíficos — e Brown aproveitou a oportunidade para pregar o respeito carinhoso que precisa sustentar os debates racionais.

Brown disse que a ONDC está no processo de enviar uma carta e o relato em vídeo para Donald Carcieri, governador de Rhode Island, detalhando a falta de ação policial. LifeSiteNews.com não conseguiu contato com um porta-voz do Departamento de Polícia de Providence até o momento da publicação desta reportagem.

Numa parada inicial da turnê em Albany, Brown disse que outro protesto gay havia surgido de repente, embora muito menos intimidador. Contudo, uma mulher a quem Brown diz ficou visivelmente abalada com as hostilidades contra o comício foi entrevistada no vídeo depois que os manifestantes gays se recusaram a parar de hostilizá-la. “A meta deles era intimidar a mim e aos meus 3 filhos, crianças pequenas abaixo de 5 anos — e eu penso que eles conseguiram o que queriam”, disse a mulher.

Daniel Avila, subdiretor de políticas e pesquisas da Conferência Católica de Massachusetts que esteve no comício, disse que a “cacofonia venenosa” depois que os ativistas invadiram o palanque foi “de embrulhar o estômago”.

“Quando a polícia do governo finalmente começou a intervir olhei ao redor de mim e vi a coisa mais estupenda que já vi. Eu não vi punhos cerrados, olhos raivosos ou faces vermelhas. Eu não pude detectar nenhum sinal de ‘brigue ou fuja’, ira ou medo”, escreveu ele num relato publicado pela ONDC. “Vi cabeças baixas e mãos entrelaçadas, ou olhos voltados para o céu e braços estendidos.

“Uma mulher frágil do meu lado, certamente novata nos eventos políticos de rua, tinha um olhar do que eu só posso “descrever como profunda compaixão. Um homem à minha esquerda falou mais em tom de maravilha do que tom de repulsa ou contenda, dizendo suavemente, ‘é assim que deve ser o inferno’”.

Brown disse que falou à multidão que, considerando o curso do debate sobre casamento nos EUA, “vocês não deveriam ficar surpresos que estamos começando a ser tratados como fanáticos”.

“Esse protesto todo mostrou, melhor do que qualquer coisa que pudéssemos dizer, no que acreditamos”, ele disse para LSN. “Foi claramente uma tentativa de nos silenciar: claramente as pessoas que estavam lá gritando contra nós não pensam que precisam nos tratar de modo civilizado, eles pensam que estamos de certo modo fora dos limites do discurso respeitável — e realmente não consigo entender como eles poderiam fazer isso sem realmente nos desumanizar na própria mente deles.

“Recusamos ser tratados como cidadãos de segunda classe por acreditar no que a maioria dos americanos acredita e permanecermos firmes em nossas convicções”, concluiu ele. “Precisamos permanecer firmes na defesa do casamento”.

Informações de contato:

Governor Donald L. Carcieri
Office of the Governor
State House, Room 115
Providence, RI 02903Phone: (401) 222-2080
Fax: (401) 222-8096
E-Mail form http://www.governor.ri.gov/webform/inquirytest.php
Fonte: O Verbo / Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com