segunda-feira, 18 de julho de 2011

RECURSOS PARA UMA LIDERANÇA CHEIA DO ESPÍRITO

“Soluções Comprovadas Para Ministrar A Verdade e A Experiência do Batismo Cristão com o Espírito Santo”

Pastor Jack W. Hayford

A Palavra de Deus revela a importância que o próprio Jesus colocou sobre o Batismo com o Espírito Santo. Os seus discípulos estavam convencidos, e deram prioridade, da essencial necessidade e desejo de cada crente em receber a plenitude do Espírito Santo.


Podemos testemunhar essa prioridade manifesta no prático ministério dos apóstolos:


• Atos 8.15 – Pedro e João deram continuidade ao ministério do evangelista Filipe em Samaria.

• Atos 19.1-6 – Paulo deu continuidade ao ministério de Apolo em Éfeso.
(Algumas passagens básicas: Atos 1.5-8; 2.1-11; 8.4-25; 18.23-19.6; 9.10-17; 1Co 14.18)



Esses casos não só revelam uma prioridade bíblica, mas evidenciam um ministério compromissado da parte de seus líderes espirituais. Eles viram isso como a parte conclusiva do início da nova liderança espiritual no “Reino Vivente”. O novo nascimento (para o Reino) e o batismo nas águas (submissão ao Rei) foram/são acompanhados com uma experiência de capacitação destinada a qualificar e a habilitar os crentes ao ministério (ampliação do Reino). Assim, testemunhamos a prioridade apostólica de ver os novos crentes introduzidos nessa experiência.

Por qual razão a igreja apostólica “ministrou” a plenitude (batismo) com o Espírito Santo? Porque a verdade, a vida e o poder sempre são transmitidos pelo ministério. Pessoas são salvas pelo testemunho pessoal, elas ouviram a Palavra através daqueles que a anunciaram; elas são batizadas nas águas pelas pessoas que ministraram essa experiência – e por isso mesmo, o batismo com o Espírito Santo deve ser ministrado.

O Espírito Santo acompanhará e confirmará esse ministério, porque ele está baseado na Bíblia e está glorificando a Cristo. O Espírito tem prazer em se mover para qualquer lugar onde Jesus Cristo irá ser glorificado. O nosso povo é conduzido para a plenitude do Espírito a fim de que: Jesus seja glorificado em Sua Igreja, e que Ele abunde em cada um dos Seus seguidores por meio do Seu vivo ministério e poder; assim como Ele os tem salvado através da Sua morte redentora e ressurreição.


I. A Convicção do Líder Decidirá Suas Obrigações

Até eu não estar convencido sobre a importância do Batismo com o Espírito Santo, eu não me incomodarei em dar prioridade a isso em meu ministério. Para aprofundar a convicção, considere que:


A. A Plenitude do Batizado com o Espírito é uma “Herança” da Igreja (Atos 2)


O grupo de crentes no Pentecostes estava esperando por essa grande promessa – a “vinda” do Espírito, que Jesus descreveu como a promessa do seu ser “batizado com o Espírito Santo.”

O Soberano Deus escolheu esse momento fundamental para introduzir a Pessoa do Espírito, assim como a Sua presença, com manifestações sobrenaturais desta presença e do Seu poder. O que mais poderia indicar a dinâmica significância e substância que o próprio Pai coloca sobre essa experiência?

O Pentecostes não foi um “momento emocionalista” nem meramente um “evento estimulante.” Ele foi um momento modelador, e um evento determinista – demonstrando a prioridade e a dignidade dessa experiência, estabelecendo a sua importância para o avanço dimensional do poder do Reino de Cristo e a graça que seria estendida por meio da Sua Igreja.

Assim como Jesus ministrou no poder e na graça do Reino enquanto estava em um corpo terreno, Ele preparou os meios pelos quais continuaria o Seu ministério através do Corpo da Sua Igreja, para que do mesmo modo que Ele havia ministrado enquanto estava na terra, Ele capacite os Seus redimidos a ministrar por toda a terra.

B. Que Experiência Transformou Pessoas Comuns em Testemunhas Dinâmicas

Esse ardente ministério permitiu que o “testemunho” de Jesus (que é a evidência da realidade da Sua ressurreição como o Senhor da Glória) fosse estendido através de Suas testemunhas. A dimensão miraculosa da igreja (milagres, curas, evangelismo, confrontação com forças demoníacas ‘libertação’) segue no mesmo caminho do evento desta Igreja recém-nascida e da experiência dos discípulos quando receberam o batismo cristão de poder.

Líderes espirituais movidos tanto pela lógica bíblica quanto pela significância espiritual do Batismo com o Espírito Santo irão, naturalmente, querer ajudar outros a se abrirem para tudo o que o Senhor tem para eles. Além disso, não vamos somente levar as pessoas por esta inicial “inauguração na” experiência do Batismo com o Espírito Santo, mas também a servir nas necessidades de cada crente para ser continuamente renovado e ungido com o “óleo fresco” como está enfatizado na Escritura. Um preenchimento inicial não é o suficiente. Vamos ser cheios novamente hoje, afim de que possamos espalhar a Sua vida e a unção de poder para outros!

RESUMINDO, EM MINHA PRÓPRIA VIDA COMO LÍDER EU SOU COMPELIDO A RESPONDER ESSA QUESTÃO: “SERÁ QUE JESUS ACHA NECESSÁRIO O SEU POVO SER BATIZADO COM O ESPÍRITO SANTO?”

A aparente resposta é maior que “Sim”. A plenitude do Espírito Santo, embora não seja essencial para a salvação (somente a regeneração pelo Seu poder é necessária), é essencial para ministrar no poder da vida, do amor e da graça de Jesus. Poderíamos dizer que, “Não faz diferença se um crente é batizado no Espírito Santo – a salvo se nós não quisermos ajudá-lo a tornar-se um instrumento que fará a diferença em seu mundo pelo poder da vida vivida e ministrada por Jesus em e sobre eles!”


II. O Líder Inevitavelmente Enfrentará Perguntas Sobre Esse Tema

Essas perguntas sobre a origem do Batismo com o Espírito Santo não deveriam nos surpreender. Elas sempre existem quando a verdade é ensinada sobre cada coisa significativa que Deus faz na vida e experiência humana. Considere:

A. Batismo nas Águas – Imersão? Aspersão? Em nome de Jesus?
B. Apresentação Infantil – Dedicação? Batismo? Regeneração infantil?
C. Ceia do Senhor – Frequência? Transubstanciação? Ceia fechada?
D. Batismo com o Espírito Santo – Automático no novo nascimento? Sinal? Importância?

O NOSSO OBJETIVO não é simplesmente ministrar uma “doutrina”, mas guiar pessoas para uma “experiência de viver a Verdade.” Assim como o nosso propósito na conquista de almas não é convencê-las que são pecadores perdidos, mas de levá-las a uma experiência de novo nascimento em Jesus Cristo. Isso não é banalizar o ensino em relação a qualquer verdade bíblica. Aprender a Palavra de Deus sobre cada assunto é fundamental e fundacional. Entretanto, ensinar a “doutrina” do Batismo com o Espírito Santo aos irmãos não é o nosso principal objetivo. Pelo contrário, apresentá-los a uma experiência que lhes permitirá ministrar a vida e o poder do Espírito Santo é o nosso objetivo. Portanto, levar outros a verdade é levá-los a confrontar com Jesus – a Verdade viva, e também a experimentar uma obra libertadora do Espírito Santo em cada faceta da vida e da realidade até que Cristo nos chame.

ESTRUTURA BÍBLICA (doutrina) é necessária, mas Deus em Seu infinito conhecimento e entendimento é maior do que os nossos sistemas. Sistemas só podem descrever analiticamente uma experiência, mas os líderes devem levar os crentes a conhecer o Batizador – Jesus. A "experiência", embora importante, não é a nossa causa. Pelo contrário, queremos que as pessoas recebam o Espírito Santo em plenitude para o ministério. O principal propósito em vista são aqueles a quem ministramos este Batismo, pois eles receberão o poder que Jesus prometeu para ampliar as dimensões do Seu Reino. Não estamos oferecendo uma experiência para uma realização pessoal, mas para o cumprimento do propósito de Jesus na Sua Igreja, que é Sua vida, na Sua graça, e nas Suas obras de poder sobre a enfermidade, a doença e a atividade demoníaca!

ALÉM DISSO, NUNCA NOS ESQUEÇAMOS da abundante vida que provem como benefício corolário com o Batismo com o Espírito. Isso é um fato, que as pessoas que tem um encontro dinâmico com Cristo como Batizador com o Espírito, e que estão abertas a todas as dimensões do derramamento sobrenatural do Espírito Santo em suas vidas, também experimentarão:

1. Ampla liberdade e alegria na adoração.
2. Nova abertura da Escritura para a sua compreensão.
3. Maior capacidade na oração.
4. Maior sensibilidade e discernimento das coisas espirituais.
5. Capacitação distinta e dinâmica melhora na oração intercessória.


O Líder na Ministração do Batismo com o Espírito Santo


1. Avalie se a pessoa é um verdadeiro candidato.

• Verifique se a pessoa já nasceu de novo. Certifique-se que a busca é realmente “fome e sede” da plenitude do Espírito.
• Tenha certeza que aqueles que estão buscando entendem o que estão pedindo e o que isso envolve. Jo 8.32; Lc 24.49; At 1.8.
(Preliminarmente, é muito aconselhável se assegurar que você não está lidando com pessoas que tem ensinado falácias criadoras de dúvida ou medo.)

2. Estimule a fé que a Palavra de Deus assegura que receberão.

• Atos 2.39 – “Pois essa promessa é para vocês” (NTLH)
• João 6.37 – “e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora.”
• Lucas 11.13 – “quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?”
• Romanos 8.32 – “porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?”
• João 1.33 – “esse é o que batiza com o Espírito Santo.”
• João 16.24 – “pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa.”
• Hebreus 13.15 – “ofereçamos continuamente a Deus um sacrifício de louvor, que é fruto de lábios que confessam o seu nome.” (NVI)

3. Leve-os a Jesus, Ele é o Batizador com Espírito Santo.

• Faça de Jesus o principal foco: Ele é o Único a quem se deve prestar atenção.
• Supere todos os medos – “Você está vindo para o nosso precioso Senhor!”
• Livre-os de pessoas que impõe pressão/obrigação de “desempenhar” para você – Jesus está fazendo a obra (você está apenas ajudando a levá-los a Ele).

4. Guie a(s) pessoa(s) em oração.

• Comece instruindo sobre a importância de ser uma criança para receber novas dimensões do Reino de Deus (Jesus disse que o Reino é das “crianças”).
• Ore por eles, os tenha orando com você para eles pedirem que Jesus venha batizá-los com o Espírito Santo.
• Enfrente os seus próprios medos como um líder. Não duvide que o Espírito Santo responderá as suas orações para que eles venham ao Senhor Jesus.

5. Seja um líder ousado, sem reservas, didático e cheio de fé em relação aos benefícios da língua espiritual, a disponibilidade deste recurso, e as nossas razões para esperar “línguas” acompanhando o seu enchimento com o Espírito Santo. Com referência a língua espiritual, os lembre de não ficarem com medo de “falar”, o Espírito “dará uma palavra.” At 2.4; 1Co 14.15; 13.1.

Inclua em suas orações palavras de agradecimento “com antecedência”, pois Jesus irá derramar sobre eles o Espírito Santo, assim como os irá capacitar a louvá-Lo em novas dimensões.

Às vezes as pessoas precisam ser incentivadas a se aventurar – deixar a segurança das palavras conhecidas. Exorte-os a crer que se eles abrirem as suas bocas e falarem, o Espírito Santo os encherá com uma nova língua (Jr 1.9), por isso eles devem falar.

Incentive cânticos de louvor – alguns liberam a língua espiritual através de cânticos. Confirme que a mais simples expressão não é carnal, nem indigna (1Co 14.10). A prática da língua espiritual inicial dará mais liberdade.

Combata a mentira que eles estão “fingindo”. Essa é forma padrão de Satanás [tirar] tudo aquilo que Deus nos prometeu.

Refute qualquer opinião de que eles “poderiam receber algo satânico”. Jesus ensinou o contrário (Lc 11.9-13), o Adversário não pode sequer chegar perto para falsificar essa experiência. Jesus não vai deixa-lo fazer isso! Deixe o amor de Deus vencer o medo (2Tm 1.7).

Afirme que o Espírito está operando, mesmo que a pessoa não receba provas confirmando no momento. Estimule-os a testemunhar, tendo certeza do que eles experimentaram e que o Espírito Santo os ungiu.

Fé é a chave introdutória e de contínua dispensação do Espírito, ela pode aguardar a vinda – breve – da língua espiritual.

O nosso objetivo é levar a fome e a sede ao extremo. Isso não é forçar qualquer tipo de resposta ou criar um senso de obrigação ou de culpa!

A experiência prova que normalmente metade, até mesmo dois terços, das pessoas que oram para receber a língua espiritual, caso tenham orado com fé, irão recebê-la imediatamente e sem pressão. Onde habita a fé e o amor, todos receberão em tempo – algumas horas ou dias após.


Recursos Adicionais de Liderança
(Breve publicação de um artigo de Jack W. Hayford)

“Sobre o ‘Batismo com o Espírito Santo’, defendemos...


• ...que o multifacetado ministério de Jesus notavelmente apresentou a Sua função como o Único que “Batiza com o Espírito Santo” (Jo 1.33), e que isso se revela como um ministério distinto e separado da Sua função como “O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29);

Portanto, distinguimos o ministério de Cristo como – o nosso Salvador do pecado, e como o nosso Batizador com o Espírito.

• ...que ser cheio com (ou batizado no) Espírito Santo é uma experiência distinta e separada da regeneração pessoal; e que o novo nascimento e o batismo no Espírito Santo pode ocorrer cronologicamente em imediata proximidade, essas experiências não são simultâneas ou sinônimas (At 9.17; 10.44-48).

Portanto, recebemos a promessa do “selo do Santo Espírito” como oferta após crermos (Ef 1.13), e não vemos o novo nascimento e o batismo com o Espírito Santo como a mesma coisa.

• ...que o Dia de Pentecostes inaugurou a intemporal “promessa do Pai” prometida por Jesus, dizendo que eles seriam “batizados com o Espírito Santo” (At 1.5); que o contínuo propósito desse batismo é prover poder espiritual para viver, servir e testemunhar a Cristo; e que esse batismo é acompanhado por sinais sobrenaturais – uma expectativa que continuou na Igreja primeva como confirmação da plenitude, presença e poder do Espírito Santo (At 10.46; 11.15-18).

Portanto, permanecemos firmes em nosso ardor para obter essa experiência à qual Cristo nos chama e ordena receber, a fim de sermos capazes de ministrar a Sua vida, verdade e poder ao nosso mundo; e estamos inequívocos em nossa expectação da manifestação de sinais do Espírito Santo “como no princípio.”

• ...que o texto do Novo Testamento geralmente liga os crentes falando em línguas ao seu estar “cheio do” ou “receber” o Espírito Santo, por isso esperamos que essa faceta da experiência seja (a) uma expressão digna de louvor a Deus (At 2.11), (b) o cumprimento dos sinais que Jesus disse que caracterizaria os crentes (Mc 16.15-19), (c) atemporalmente disponível (At 2.4; 10.44-48; 19.1-6), e seja (d) continuamente nutritiva e prática (1Co 14.3; Jd 20).

Portanto, insistimos que cada crente receba a benção de falar em línguas para que os múltiplos benefícios deste recurso do Espírito Santo possa edificar sua vida diária; assim, usando em espírito de oração o poder do Espirito prometido por Jesus, “rios de água viva” poderão continuamente correr do interior de uma vida cheia de, orando em, servindo através e testemunhando com capacitação sobrenatural. (Jo 7.37-39).

• ...que o Novo Testamente claramente faz distinção entre (a) o “dom de línguas” como um exercício público não concedido a todos os crentes (1Co 12.10-30) e sempre acompanhado por interpretação (1Co 14.5, 26-33), e (b) os benefícios de falar em línguas “a Deus” (1Co 14.2), possibilitando louvor, oração e adoração (1Co 14.14-18), assim como batalha espiritual (Ef 6.18-20) e auto-edificação (Jd 20).

Portanto, não confundimos o dom público e o exercício privado da língua espiritual, mantemos a liberdade com a ordem em relação as “línguas” em nossa vida congregacional, e constância com fervor em relação as “línguas” em nossa vida devocional.

• ...que as ações dos apóstolos revelam a prioridade da Igreja primeva em ver os crentes iniciados na plenitude do Espírito Santo (Seu ser “recebido” ou “veio sobre eles”); que os convertidos que ainda não tinham recebido foram ensinados e ministrados de maneira que uma vez auxiliados desejaram e receberam essa experiência (At 8.14-19; 19.1-6).

Portanto, damos grande importa ao ensino e orientamos os crentes a buscar Jesus para ter a sua própria experiência de Batismo com o Espírito Santo, e a desejar, aguardar e acolher a Sua chegada “como no princípio.”

• ...que a verdade e a paixão vistas na Palavra de Deus são a fonte do nosso zelo em exortar a todos os crentes, quando buscarem Jesus como o “Batizador com o Espírito Santo”, a começar a “falar em línguas como o Espírito lhes concede” (At 2.4); não como um requisito para verificar a própria experiência ou valor espiritual, mas como uma expectação bíblica para cada um de nós – uma graça concedida como parte permanente da nossa caminhada diária na vida e poder do Espírito.

Portanto, não somos passivos quando é ministrada a plenitude do Espírito Santo ou no ensino do caráter do falar em línguas – prioridade, busca e prática fomentada pela Palavra de Deus, não como um dogma requerendo as “línguas” como evidência, mas como uma dimensão provida a cada crente num recurso diário em Cristo (1Co 14.18).

Portanto, concluímos...

Que a nossa missão e a nossa expectação em relação ao ensino e aos crentes levados a plenitude do Espírito Santo está enraizada na Palavra de Deus: (1) por isso, chamamos a cada crente para “receber a promessa do Pai”, e ser “batizado no Espírito Santo”, e também (2) esperamos que todas as pessoas cheias do Espírito livremente falem em línguas; ensinamos que o que é iniciado “como no princípio” não é experimentado como clímax, mas recebido como no começo – pretende iniciar um “caminhar no Espírito” (Gl 5.16, 25), e lançar uma via para ser continuamente “cheio do Espírito Santo... dar sempre graças por todas as coisas a Deus, o Pai, em nome do nosso Senhor Jesus Cristo” (Ef 5.18-20).


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1 comentários:

Gleison Elias Pereira disse...

A Paz do Senhor Jesus,

Gostei muito do Blog. O mesmo possui um conteúdo edificante e relevante para o crescimento espiritual. Parabéns pelo trabalho aqui realizado.
Abraços!
Gleison Elias Pereira.

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